Pesquisar este blog

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

O Espaço Cultural Gonçalves Dias promove importante lançamento de livros em Caxias - Maranhão


O Presidente e os sócios fundadores do Espaço Cultural Gonçalves Dias-ECGD tiveram grande satisfação em promover na noite de ontem, dia 03/12/2014, os lançamentos de livros dos importantes autores brasileiros: Profa. Maria Aparecida Dellinghausen Motta e Prof. Dr. Demerval Saviani, na cidade de Caxias - Maranhão.

Esse lançamento especial aconteceu na ocasião em que estão sendo realizados na cidade de Caxias, a XII Jornada do HISTEDBR e o X Seminário de Dezembro do HISTDBR - MA.

*

Livro da autora Maria Aparecida Dellinghausen Motta
________________________________________________

Livro do autor Demerval Saviani
__________________________________________


Sobre este evento especial
Para o lançamento dessas duas obras literárias no Espaço Cultural Gonçalves Dias & Cia. do Livro Azul, houve momentos especiais que fizeram parte desse encontro de escritores, poetas, amigos e convidados institucionais, antes dos autógrafos.

O Presidente e os diretores do ECGD, Sr. Francisco Felix Costa, Sra. Maria de Fátima Felix Rosar e Sr. José Lino Costa Felix recepcionaram os escritores Demerval Saviani e Maria Aparecida Motta, na área de entrada do prédio colonial, à Rua Coelho Neto, que foi fechada para carros, com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura, Patrimônio Histórico e Turismo. As pessoas presentes ficaram em cadeiras colocadas à frente do prédio do ECGD.

Houve a saudação de boas vindas pelo Sr. Francisco e pela Profa. Fátima aos professores convidados, vizinhos e aos representantes institucionais que estavam presentes.

Em seguida houve uma performance com duas atrizes de São Luís, que interpretaram o texto e roteiro "Desfiando novelos e Tecendo teias", idealizado por Maria de Fátima.

Script:

Cenário (sala de estar com sofá, mesa, jarros, plantas)

Entrada após a fala do Sr. Francisco Felix Costa e Fátima

A dupla de atrizes sairam da Livraria Cia do Livro Azul/ECGDias, para entrar no espaço da cena, cantando e dançando:

Nessa rua, nessa rua tem um bosque,
Nessa rua, nessa rua tem muitas letras,
Nessa rua, nessa rua tem muita arte e poesia,
Nessa rua, nessa rua tem muitas histórias pra contar, 
Nessa rua, nessa rua tem muitos personagens a recordar.

Os diálogos se iniciam entre as duas:

(Tatiane) - É mesmo, você está lembrada, Cíntia, essa é a Rua Coelho Neto, que hoje está repleta de escritores, poetas, artistas e educadores da cidade e os que vieram para a XII Jornada do HISTEDBR.

(Cíntia)- Sim, Tatiane, é a Rua Coelho Neto que no dia de hoje pode se chamar de rua das letras, da arte e poesia, das histórias e personagens a recordar.

(Cíntia)- Pois é, não sei se todos sabem, nesta rua nasceu Coelho Neto, ali mais adiante, onde durante muito tempo funcionou o Centro Artístico Operário Caxiense.

(Tatiane) Mas, Coelho Neto não ficou muito conhecido como Gonçalves Dias. É que ele foi um autor controvertido. Escreveu muito mesmo. Foi conhecido como Príncipe da Literatura Brasileira, mas sua produção foi bastante criticada, pelo viés parnasiano, pelo seu distanciamento da realidade social de sua época.

Sim,  mas tem um pensamento dele que nos remete ao que estamos fazendo hoje, lembrando e guardando histórias.  Vamos registrar esse pensamento de Coelho Neto que está em seu livro A Conquista (romance de 1899).

Dizia Coelho Neto:
“Porque ainda não surgira o artista imortalizador que gravasse na pedra eterna ou inscrevesse na folha indestrutível a tradição nacional, os file ( eram a memória da raça) guardavam na memória, transmitindo, de homem a homem, não só os hinos improvisados pelos bardos como as lendas do gênio popular, e a história, conservada nesses monumentos orais, ia dum a outro, como a chama dum círio passa a outro círio.” 

Talvez essa seja a ideia mais importante passar a história de uma a outra geração. Em Caxias, A Academia Caxiense de Letras leva o nome do escritor Coelho Neto.

Gonçalves Dias, sempre lembrado, pode ser relembrado hoje.  Estão lembrados da estrofe mais conhecida e repetida em todo o país:

Tatiane faz com o público o coro da primeira estrofe da poesia:

Canção do exílio

"Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá;
As aves que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá".

*
Carvalho Júnior, jovem poeta local, dedicou a Gonçalves Dias a Poesia Imperador do Verso.
Destacamos a segunda estrofe em que diz:
Dramaturgo, mestre, linguista
Sabiá do canto plural,
Tradutor da alma indígena,
poeta da raça,
glória universal.

Mas, Gonçalves Dias não foi apenas um poeta e escritor romântico. Uma pesquisa do Prof. Wilton Marques da Universidade Federal de São Carlos, realizada no Instituto de Estudos da Linguagem (IEL) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) publicada no livro Gonçalves Dias- o poeta na contramão, mostra que no primeiro semestre de 1850, a revista Guanabara publicou três capítulos de Meditação, uma obra inacabada de Gonçalves Dias (1823-1864). O texto, escrito em prosa poética, é hoje praticamente desconhecido, apesar da notável importância histórica: pela primeira vez um escritor do romantismo criticava de forma implacável a sociedade, o Estado e, em especial, o sistema escravista.

(Cíntia) Pois vejam vocês como nessa rua se cruzam os fios e se realça uma linda trama de prosa e verso. Coelho Neto foi frequentador da Livraria do Livro Azul, um dos mais importantes locais de venda de livros e instrumentos musicais na cidade de Campinas .

E aqui ao nosso lado esquerdo, morava o Prof. Nereu Bittencourt, um dos professores da Escola Normal de Caxias, nos anos 1930, que se formou em Campinas, tendo estudado na Escola Culto à Ciência e que foi poeta também. Ainda estão aqui nessa rua familiares do Prof. Nereu, uma neta dele, a Profa. Erlinda Bittencourt mora aqui ao lado.

- E a trama das teias não pára de ser tecida entre as pessoas que habitam essa rua.

(novelos vão sendo entregues às pessoas e fios são puxados para o outro lado da rua)

(Cíntia)- Aqui, do lado direito, morava a Profa. Dayse Guimarães Felix Costa, que foi aluna do Prof. Nereu e Diretora do Grupo Escolar Gonçalves Dias. Ela já não está conosco. Seu esposo o Sr. Francisco Felix Costa, o primeiro radio-amador da cidade, o primeiro livreiro da cidade, decidiu com seus filhos ( Ana Maria, Maria de Fatima e José Lino) fazer da Livraria e Companhia do Livro Azul, um Espaço dedicado às letras, à história e à arte: o Espaço Cultural Gonçalves Dias. Depois vocês conhecerão esse  espaço atraente, onde a filha do Sr. Francisco, Ana Maria Felix Garjan, implantou um pequeno Núcleo de Arte, como estímulo ao debate para que se instale na cidade o Museu de Arte de Caxias. Está sendo inaugurado hoje o I Salão de Dezembro, com algumas telas em exposição, inclusive da própria Ana Maria e amanhã, em outro espaço, o Memorial da Balaiada, será aberto ao público outro conjunto de telas de artistas que também compõem o I Salão de Dezembro.

(Tatiane)- E essa é a rua em que viveram e vivem muitos educadores:  Dona Dayse teve mais duas irmãs, professoras do Grupo Escolar Gonçalves Dias: Nancy e Anita. Além dessa família, ali estão mais professoras e diretoras de Grupos Escolares da cidade: vejam ali a Profa. Eney Lobão, da família da Dona Zuila e o do Sr. Agripino Lobão, Diretora do Grupo Escolar João Lisboa e a Profa. Rita Kós, que foi diretora do Grupo Escolar Dias Carneiro. A irmã da professora Rita também é professora, Suzana Kós. São as filhas do Sr. Milton Kós e da Dona Sissi, que também já partiram. Que riqueza de experiência de vida e de trabalho concentrados na mesma rua da cidade, por onde passam centenas, milhares de pessoas.

Mas, a grande maioria das pessoas, na maioria das cidades,  não tem tido a condição de priorizar em suas vidas a fruição da literatura, da arte e da história. Mesmo em Caxias, são sentidas essas lacunas.

Wybson Carvalho, poeta nativo,  poetizou Canção ao Exílio e disse:

em minha terra havia palmeiras
e o canto dos sabiás.
nela, exalava o perfume
dos jardins urbanos.
Dela, ouvia-se a linguagem
singela do cotidiano
com a minha cidade crescia
a romântica dos poetas.

(Cíntia) Mas, o que soubemos é que aqui em Caxias,  há um grande esforço de lideranças culturais importantes. Vejam estão muitos deles aqui, nessa noite memorável. Temos o Presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Caxias( Dr. Arthur Almada Lima Filho), o Secretário de Cultura, Patrimônio Cultural e Turismo ( Sr. Sandro Leonardo Bastos Aguiar), o Presidente ( Prof. Antonio Pedro Carneiro) e Membros da Academia Caxiense de Letras, o Presidente (Prof. Manoel de Páscoa) e Membros da Academia Sertaneja de Letras, Educação e Artes do Maranhão, a Diretora do Memorial da Balaiada (Profa. Mercilene Barbosa). A direção do Espaço Cultural Gonçalves Dias juntamente com essas instituições de cultura está divulgando a ideia de que deve se fortalecer aqui um Consórcio Cultural. Já iniciaram uma campanha que diz:  E o tempo avança. E o tempo nos leva ao futuro. Humanização, justiça, paz. Vamos abraçar nossa cidade.

(Tatiane)  Essa noite é muito especial nessa Rua das Letras, onde se encontram escritores de cá e de outros rincões do país.

Sabem vocês, ontem foram lançados 13 livros na UEMA. ( Banner em que estão registrados os nomes de todos). Temos o privilégio de está convivendo com grandes pesquisadores da área da educação, da história, da história da educação,  das ciências sociais, que são reconhecidos em todo o Brasil. Escutem também a lista de nomes de mestres inesquecíveis aqui presentes: Dermeval Saviani, José Claudinei Lombardi, José Luís Sanfelice, Lisete Arelaro,Roberto Leher, Gaudêncio Frigotto, Virgína Fontes, Newton Duarte, Lígia Martins e há muito outros autores na platéia. (Palmas para esses autores)

Se estivéssemos de fato tecendo uma grande rede, ela seria enorme, pois são muitos nomes e muitas histórias. Há muito que se comemorar nesse dia, em que se encontram aqui os participantes da XII Jornada do Grupo de Estudos e Pesquisas História, Sociedade e Educação do Brasil -HISTEDBR- e do X Seminário de Dezembro. Está aqui um grande grupo de pesquisadores de vários estados do país e do Maranhão. (Vamos aplaudí-los também)

(Cíntia) - Estão aqui também os moradores dessa rua, habitada por pessoas especialmente interessadas em produção de arte e cultura, e que sempre apoiaram as iniciativas da Livraria e da Companhia do Livro Azul, e do Espaço Cultural Gonçalves Dias,  como Terezinha Rocha, filha de Da. Norma e do Sr. Raimundo Rocha, grandes amigos da família do Sr. Francisco Felix Costa. Em 2008, estava aqui nessa livraria, a Da. Norma, que já não está entre nós, como Dona Dayse também,  comprando e pedindo um autógrafo para uma grande escritora que está novamente aqui para o lançamento de outro livro seu. Estava também Dona Betânia e um grande número de outros amigos do Sr. Francisco Felix Costa e de seus filhos. Os Padres José Mendes e Luís Costa sempre participaram também dos eventos culturais, a Irmã Maria Gemma de Carvalho, Diretora do Colégio São José.

Naquele ano, estavam também a Marilene Moraes, grande apoiadora da programação do Espaço Cultural Gonçalves Dias, Maria Aparecida Assunção Couto, Wybson Carvalho, Renato Menezes, Joseane Maia e tantos outros caxienses. Na noite do dia 08 de dezembro de 2008, uma pequeno adolescente de apenas 12 anos, Eduardo Luiz, neto do Sr. Francisco, leu o seguinte poema, por ele mesmo escolhido:

O fio do labirinto

Há um labirinto
que esconde nosso destino.
De limo somos feitos
que amassaram pesados pés.

Levantamo-nos
entretanto
e caminhamos
nesta rosa-dos-ventos
e a nossa rota não será amena.

Singraremos mares
e cruzaremos desertos
até descobrirmos
onde será o limite.
E nomeareamos cada coisa
em nosso caminho
e cada dizer
será uma flor nos lábios.

O amor poderá ser
nosso destino...
Haverá um porto
de onde acenaremos
na despedida.

Lenços flutuantes no ar
sorrirão aos nossos olhos
e cairão docemente
sobre nossos ombros.
Cumprir-se-á então nosso ser de argila e sal.

Passados seis anos, de lá para cá, essa escritora singular vem ao nosso encontro e nos traz o seu perfil:

(Leitura da Poesia Aldeã) (Tatiane).

Aldeã

Trago dentro da alma este sentimento de aldeã,
por mais que a cidade grande tente me amoldar
por trás de seus muros.

É este sentimento que me faz transpor as muralhas,
pois a aldeia sempre deu-me o horizonte e as matas,
e me chama através dos ventos.

Suas ruas nunca se fecham ao concreto
e têm como fundo uma paisagem aberta nos arredores.

A cidade não oferece horizontes, encortina os campos
e o céu é apenas uma fresta que se vislumbra
por entre os prédios.

Meu espírito não se encerra dentro das muralhas
e só a aldeia me oferece o pensar aberto.

E quando ainda triste caminho sem sossego
desfiando a vida entre asfalto e edifícios
é a aldeia que depois no sono
me amortiza
e me aconselha
e me devolve o fio da liberdade.

Por isso, entre prédios, asfalto e movimento
é ainda a aldeã que se recosta em silêncio
e ouve ao longe o canto dos pastores
e das aves a perene orquestra das manhãs...

As muralhas não me aprisionaram
pois sou ainda uma aldeã
e conforta-me este profundo sentimento de humanidade.

( Cíntia) Essa escritora de quem estamos falando,  veio do extremo sul do país e está entre nós, para nos brindar nessa noite com sua mais nova produção. A Profa. Maria Aparecida Motta que encantou seu esposo, Prof. Dermeval Saviani, traz para nós As Crônicas Sepeenses, sua cidade natal. E o Prof. Dermeval Saviani, que confessa no Prefácio desse livro seu amor pela prenda, que encontrou em sua vida, também nos traz a sua mais recente obra – O Lunar de Sepé, que deve conter um conteúdo instigante pois está tratando da educação e da paixão.

( Os dois receberão os fios de um novelo que deve ter cruzado entre vários presentes)

Eles são nossos convidados especiais e esse momento especial segue com eles, para que possamos ouví-los e, depois, claro, entrarmos na Livraria,  para adquirir suas obras e pedir o autógrafo dos dois escritores que contribuem hoje, para que essa rua fique ainda mais repleta de idéias, de letras, de palavras, de emoção, fazendo com que se registre na rua Coelho Neto, mais essa teia da história da rua, da cidade e de seus moradores. Ao adentrarem esse Espaço Cultural Gonçalves Dias encontrarão os vestígios da história de pessoas, que desejam compartilhar os sonhos de expansão da arte e da cultura em nossa cidade. Como diz Ana Maria Garjan em sua Profecia das Paisagens:

Vejo na paisagem o reflexo divino da natureza
o mundo de esperança na nova humanidade,
e ouço o som dos pássaros de longas asas
que atravessam continentes e montanhas
que nos ligam ao mundo da nova consciência.

(cantando e dançando sairão da cena)

Nessa rua, nessa rua tem  um bosque
Nessa rua, nessa rua tem muitas letras,
Nessa rua, nessa rua tem muita arte e poesia,
Nessa rua, nessa rua tem muitas histórias pra contar, 
Nessa rua, nessa rua tem muitos personagens a recordar.


Nessa atmosfera de amizade, arte, poesia e homenagens foi iniciada a fala dos escritores Demerval Saviani e Maria Aparecida Motta, sobre literatura e educação. Em seguida eles e os convidados foram para o 1º Salão do Espaço Cultural Gonçalves Dias onde está instalada a Livraria e Cia. do Livro Azul, para os autógrafos dos livros: CRÔNICAS SEPEENSES e O LUNAR DE SEPÉ.

No 2ª salão se encontra a Estante Literária Dayse Guimarães Félix Costa, onde estão em exposição permanente, livros e álbuns de literatura, história, arte, livros de autores caxienses e brasileiros.


Na parede desse salão está instalada a Galeria Nancy Guimarães Costa, que foi a 1ª professora de artes industriais do antigo SESI-Caxias, na década de 1950-1960. No 3º salão há um acervo de livros raros sobre poetas e escritores da literatura maranhense e de autores sobre Gonçalves Dias e Coelho Neto.

Nesse espaço há uma parede onde está instalada a Galeria Artforum Brasil, com pinturas 
de Ana Felix Garjan e de outros artistas.

Sobre a XII Jornada do HISTEDBR:




Cartaz da XII Jornada do HISTEDBR e do X Seminário de Dezembro do HISTEDBR - MA,
 
que estão sendo realizados nos dias 02, 03 e 04 de dezembro de 2014, em Caxias.

Caxias, 04 de dezembro de 2014

ESPAÇO CULTURAL GONÇALVES DIAS - MA
Departamento de Cultura e Comunicação
Edição: Ana Maria Felix Garjan
 _________________________________________

terça-feira, 12 de agosto de 2014

O Espaço Cultural Gonçalves Dias recepcionou, em 11/08/2013, poetas e acadêmicos participantes da Antologia Mil Poemas para Gonçalves Dias

Era um domingo. Dia 11 de agosto de 2013. Caxias recepcionou poetas, escritores e acadêmicos participantes da Antologia Mil Poemas Para Gonçalves Dias. A Comitiva Gonçalvina chegou a Caxias, vinda de São Luís. Esse encontro foi coordenado pela Profa. Dilercy Adler, idealizadora da Antologia Mil Poemas para Gonçalves Dias. No dia seguinte, 12 de agosto seguiram para a cidade de Guimarães, para homenagens ao poeta Gonçalves Dias.

Imagens dos participantes da Arca Gonçalvina ao ECGDias - MA. 




Brasil, 12 de agosto de 2014
Espaço Cultural Gonçalves Dias - ECGD
 _______________________________________________

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

O Espaço Cultural Gonçalves Dias - ECGD, celebrou seu primeiro ano de fundação e inauguração

História, Ciência, Educação, Cultura, Arte.

Recordando.... para nossa memória.

Na data de ontem, 10 de agosto de 2014, os sócios-fundadores registraram o primeiro aniversário de inauguração do "Espaço Cultural Gonçalves Dias", em Caxias-MA, que foi realizada na mesma data do aniversário dos 190 anos de nascimento do grande poeta caxiense, Gonçalves Dias, em 10 de agosto de 2013.

No dia 09 de agosto de 2014 foi registrado entre os sócios fundadores o primeiro ano da fundação oficial da organização cultural, literária e científica.

Na data de hoje, registramos um ano da visita da Comitiva da Antologia Mil Poemas Para Gonçalves Dias, que foi recepcionada por diversas instituições caxienses, e o Espaço Cultural Gonçalves Dias recepcionou os coordenadores da Antologia, acadêmicos, poetas e escritores caxienses, de São Luís, de outras cidades, de países da America Latina e de Portugal.

O Espaço Cultural Gonçalves Dias recepcionou representantes institucionais no dia 7 de agosto, onde foi realizada a 4ª reunião do Consórcio Cultural de Caxias, e o registro dos lançamentos do livro lançado em Caxias, no Instituto Histórico e Geográfico de Caxias, de autoria do Desembargador Arthur Almada Lima Filho: EFEMÉRIDES CAXIENSES.

Nesse mesmo encontro, a diretora de cultura e comunicação, Ana Felix Garjan, registrou o lançamento do livro de arte "Artists Across Continents", do qual participa. Esse livro foi lançado em julho em Portugal, pela Artcom Expo International Association of Artists.



















Brasil, 11 de agosto de 2014

Diretora Cultural e de Comunicação 
Espaço Cultural Gonçalves Dias
http://artforumuniversida.wix.com/espaco-goncalvesdias

Vamos abraçar nossa cidade!
Consórcio Cultural de Caxias entre Instituições

domingo, 10 de agosto de 2014

Espaço Cultural Gonçalves Dias - Ano I e o Consórcio Cultural de Caxias

O Espaço Cultural Gonçalves Dias - Ano I apresenta proposta
de organização do Consórcio Cultural de Caxias

Sobre o ECGDias:
A inauguração do Espaço Cultural Gonçalves Dias foi realizada em 10 de agosto de 2013, e contou com a presença de pessoas e grupos representantes de instituições literárias e acadêmicas de Caxias e outras cidades maranhenses e brasileiras. 







A Reunião sobre o CONSÓRCIO CULTURAL DE CAXIAS, realizada em 27 de maio DE 2014, coordenada pela Diretora Maria de Fátima Félix Rosar, contou com a presença do Ilmo. Senhor Secretário de Cultura, Patrimônio Histórico e Turismo de Caxias, o Ilmo. Senhor Sandro Leonardo Aguiar Bastos e de representantes institucionais. A reunião foi realizada em maio de 2014, no Espaço Cultural Gonçalves Dias - ECGD, inaugurado em 10/08/2013, em homenagem ao grande poeta caxiense, Antônio Gonçalves Dias.











ESPAÇO CULTURAL GONÇALVES DIAS - ANO I

Caxias - Maranhão

Diretora de Cultura e Comunicação:
Ana Maria Felix Garjan

quarta-feira, 28 de maio de 2014

O Projeto Consórcio Cultural de Caxias contou com o apoio do Secretário de Cultura, Sr. Sandro Leonardo Aguiar Bastos.



A reunião ocorrida, ontem, no Espaço Cultural Gonçalves Dias, com a presença dos representantes de instituições culturais que estão articuladas no Consórcio Cultural, foi exitosa, principalmente, pela receptividade explicitada pelo Secretário de Cultura de Caxias, Sr. Sandro Leonardo Aguiar Bastos, que demonstrou afinidade com a proposta apresentada de ações educativas e culturais a serem desenvolvidas no segundo semestre de 2014. 


A reunião ocorrida, ontem, no Espaço Cultural Gonçalves Dias, com a presença dos representantes de instituições culturais que estão articuladas no Consórcio Cultural, foi exitosa, principalmente, pela receptividade explicitada pelo Secretário de Cultura de Caxias, Sr. Sandro Leonardo Aguiar Bastos, que demonstrou afinidade com a proposta apresentada de ações educativas e culturais a serem desenvolvidas no segundo semestre de 2014. 

Seu apoio será efetivo, como disse o Secretário, embora dentro dos limites dos recursos existentes. Para ele, a iniciativa do Consórcio Cultural é de grande relevância e também a realização do evento nacional do HISTEDBR em Caxias, terá um impacto muito positivo, no reconhecimento da importância da cidade. 

O Secretário pediu que seja enviado um ofício, com o detalhamento das ações e das demandas feitas à administração municipal, comprometendo-se inclusive a organizar um momento de audiência com o Prefeito Municipal de Caxias, para que se possa também explicar os propósitos dessa atuação do Consórcio e a realização do evento de dezembro, que ele avaliou como sendo de grande magnitude. 


Entre os presentes havia professores de instituições de ensino superior e uma representante estudantil. Nessa oportunidade, foi anunciada a reiteração do nome da Profa. Marilene Morais, como coordenadora das exposições do Espaço Cultural Gonçalves Dias.
Após um diálogo tranquilo e muito proveitoso em que a maioria dos presentes fez uso da palavra, encerrou-se a reunião, com um pequeno lanche, para comemorarmos mais um passo dado na construção do Consórcio Cultural. 

O Presidente do Espaço Cultural Gonçalves Dias, Sr. Francisco Felix Costa e seus Diretores presentes Maria de Fátima e José Lino, agradeceram a presença de todos.
______________________________

Caxias, 28 de maio de 2014

Espaço Cultural Gonçalves Dias
Profa. Maria de Fátima Félix Rosar
Diretora científica do ECGD

terça-feira, 27 de maio de 2014

Reunião sobre Consórcio Cultural de Caxias, com a presença do Secretário Municipal de Cultura, Patrimônio Histórico e Turismo de Caxias,

Convite enviado ao Exmo. Secretário Municipal de Cultura, Patrimônio Histórico e Turismo de Caxias, Senhor Sandro Leonardo Aguiar Bastos, que nesse momento, às 17:39h encontra-se no Espaço Cultural Gonçalves Dias - ECGD, em reunião com seus diretores, representantes de instituições culturais e colaboradores de Caxias, sobre o Projeto CONSÓRCIO CULTURAL DE CAXIAS.





Convite enviado aos representantes de instituições culturais de Caxias que participaram das duas primeiras reuniões sobre o Projeto CONSÓRCIO CULTURAL DE CAXIAS, apresentado pelos diretores do Espaço Cultural Gonçalves Dias, sendo que no dia 27 de abril houve o primeiro encontro dos convidados, no ESCD, com a presença dos seus diretores.








Esperamos que os objetivos e resultados sejam positivos, a partir do tempo necessário para que os representantes das instituições envolvidas possam programar sua participação, e que em dezembro deste ano algumas metas tenham sido alcançadas, visando o Congresso Nacional do HISTEDBR, em Caxias, pela primeira vez.


O Projeto CONSÓRCIO CULTURAL DE CAXIAS, foi idealizado pelos diretores do Espaço Cultural Gonçalves Dias apresentado pelos diretores do Espaço Cultural Gonçalves Dias, e o foco atual é o desenvolvimento do Projeto e Campanha "VAMOS TODOS ABRAÇAR NOSSA CIDADE".

Caxias, 27 de maio de 2014

Espaço Cultural Gonçalves Dias - ECGD
Projeto Consórcio Cultural de Caxias
Departamento de Cultura e Comunicação

quarta-feira, 14 de maio de 2014

III Seminário Temático: Presença Feminina na História da Civilização Ocidental, Profa. Dra. Maria Cláudia Cardoso





Poster do III Seminário Temático do Espaço Cultural Gonçalves Dias 


A direção científica do Espaço Cultural Gonçalves Dias - ECGD organiza o III Seminário Temático, cujo tema é um dos mais importantes da atualidade: 'Presença Feminina na História da Civilização Ocidental'. 

A palestrante é Professora e Historiadora com formação pela UERJ (graduação e mestrado) e CPDOC- Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil, da FGV - Fundação Getúlio Vargas (doutorado); Lecionou na educação básica em escolas da rede municipal do Rio de Janeiro (2001-2013) e no Colégio de Aplicação da UFRJ. Com experiência no ensino superior com EAD (PUC-Rio).

Atualmente leciona na UNINASSAU e UFPI - Universidade Federal do Piauí. Tem experiência de pesquisa em história política e história do ensino de história com interesse publicações nos seguintes temas: movimentos sociais, intelectuais, movimentos sociais negros, lei 10.639, educação das relações etnicorraciais.   


Os 'Seminários Temáticos' idealizados pela Profa. Dra. Maria de Fátima Felix Rosar são meios de motivar, dinamizar mais diálogos e socializar conhecimento, com a intervenção de especialistas em áreas do conhecimento, que possuam visão científica e social, bem como motivar pesquisas e trabalhos acadêmicos sobre assuntos, temas e temáticas da atualidade, na cidade de Caxias - Ma, com a colaboração e participação de universidades, instituições e grupos acadêmicos locais de outras cidades.

Esses importantes encontros acadêmicos visam a organizações de futuros congressos em Caxias, com a participação de professores, doutores e especialistas de universidades maranhenses e de outras cidades brasileiras, como está previsto um importante congresso no mês de dezembro.


Caxias, 14 de maio de 2014
Departamento de Cultura e Comunicação
Espaço Cultural Gonçalves Dias - ECGD
http://artforumuniversida.wix.com/espaco-goncalvesdias

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Consórcio Cultural de Caxias - Reunião com representantes de instituições

ESPAÇO CULTURAL GONÇALVES DIAS LANÇA O PROJETO
CONSÓRCIO CULTURAL DE CAXIAS
                                  Espaços de Caxias merecem atenção, carinho e preservação.

Na foto baixo, um dos prédios coloniais importantes, localizados na Praça Gonçalves Dias.

O Espaço Cultural Gonçalves Dias promove encontros especiais
com representantes institucionais e grupos culturais de Caxias
O Presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Caxias, Desembargador Arthur Almada Lima Filho, o Presidente do Espaço Cultural Gonçalves Dias, Francisco Félix Costa, o Vice - Presidente José Lino Costa Felix, Profa. Erlinda Bittencourt e o Prof. Aluísio Bittencourt, estiveram presentes a um dos  momentos
literários do MÊS CULTURAL DA MULHER, de março a abril de 2014.
Jornalista e Profa. Marilene Moraes, Profa. Raing Rayg Araújo Oliveira e alunos universitários participaram da inauguração da Exposição de Mulheres autoras, no salão de eventos do Espaço Cultural Gonçalves Dias


Academia Caxiense de Letras - ACL
Salão de entrada do Espaço Cultural Gonçalves Dias - ECGD

                               Abaixo, foto do Instituto Histórico e Geográfico de Caxias - IHGC






ESPAÇO CULTURAL GONÇALVES DIAS-ECGD
Proposta CONSÓRICO CULTURAL DE CAXIAS


Proposta de Procedimentos Iniciais para Plano de Ação Cultural e Educativa
Caxias, 28 de abril de 2014


Instituições convidadas
Instituto Histórico e Geográfico de Caxias
Academia Caxiense de Letras
Academia Sertaneja de Letras,
Memorial Balaiada
Grupo de Estudos e Pesquisas do CESC.
Grupo de Colaboradores do ECGD
Convidados especiais

 
1- Justificativa

Ao longo das últimas décadas, a cidade de Caxias sofreu um processo de descaracterização de sua paisagem urbanística, o que tem produzido forte impacto na sua história e na memória dos caxienses que conheceram a cidade em outros períodos.

Como ocorreu em todos os municípios de pequeno e médio porte do Brasil, o processo de desenvolvimento tem sido comprometido, pelos baixos índices de crescimento econômico e de desenvolvimento humano. Na realidade, o crescimento populacional e a expansão do espaço geográfico ocupado pelos habitantes, principalmente nos bairros periféricos, não foram acompanhados por ações governamentais que garantissem uma forma mais saudável de crescimento, com infra-estrutura, saneamento básico e garantia de bem-estar aos seus habitantes, através de serviços de saúde e educação, habitação digna e transporte público de qualidade.

Na maioria das cidades como Caxias, no interior do Maranhão, o maior contingente de habitantes é constituído por cidadãos que não têm emprego e nem renda. Em grande medida, sobrevivem na condição de destinatários das políticas compensatórias do governo federal e constata-se que existe, de um modo geral, por parte de gestores públicos, um descaso em relação às necessidades básicas desses segmentos populacionais mais empobrecidos, ampliando-se o contingente de pessoas que circulam pelas ruas da cidade, sem encontrar um meio de sobrevivência e uma direção a seguir, no sentido de superar suas carências.

Por outro lado, um outro segmento da população que perdeu postos de trabalho no setor público e privado, tem recorrido à denominada economia informal, fazendo crescer uma forma de  comércio que se expandiu no centro da cidade, ocupando espaços públicos, para garantir a sua sobrevivência, mas, infelizmente, tem contribuído para poluir logradouros históricos, nos quais se encontram edificações tombadas pelo Patrimônio Histórico.

A situação da Praça da Matriz é paradigmática e mostra a gravidade do quadro de descaso para com a história da cidade. Sua praça abriga na atualidade todo tipo de comércio, descaracterizando-a como praça da Igreja mais antiga da cidade, construída inicialmente como capela em 1741. Ela tornou-se sede da primeira freguesia do distrito de São José das Aldeias Altas, em 1735. (COUTINHO, 2005, p. 183). Nessa mesma página 183, do livro de Milson Coutinho - Caxias das Aldeias Altas. Subsídios para sua história – encontra-se uma foto da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição e São José do ano de 1902, onde já se vê a mesma estrutura arquitetônica que se encontra no presente.

Do mesmo modo, pode-se constatar como a tradicional Rua do Comércio encontra-se repleta de vendedores ambulantes, ocupando o lugar dos transeuntes de um modo geral, e tornando-as quase intransitáveis para as pessoas mais idosas e/ou com dificuldade de locomoção. Além disso, foram se deslocando para o centro da cidade atividades comerciais que sempre estiveram localizadas no mercado, como vendas de frutas, verduras e legumes, contribuindo para que se acumule diariamente resíduos nas vias públicas que seriam áreas destinadas ao tráfego de pessoas da cidade e visitantes.  Essa rua que poderia ser tal como a Praça Gonçalves Dias e a Praça da Matriz, além de todas as demais praças e vias do centro da cidade, logradouros atraentes para a circulação das pessoas, apresenta a triste realidade do processo de transformação urbana, que provoca franca degradação de edifícios, de fachadas coloniais e de passeios, deixando evidente a falta de regulamentação por parte dos poderes públicos, no sentido da definição de um Plano Diretor da Cidade.

Outro exemplo chocante desse mesmo fenômeno está visível na Praça Gonçalves Dias, onde está instalada uma barraca de plástico, para venda de churrasquinho, ao lado do tradicional prédio onde funcionou durante muitas décadas o Fórum de Justiça e, anteriormente, o Grupo Escolar Gonçalves Dias no andar superior e o Grupo Escolar Coelho Neto, no andar inferior.

Parece que esses tristes cenários, no coração de Caxias, incorporaram-se à paisagem, como se fossem naturais e como se não agredissem a memória da cidade, do ponto de vista histórico e estético.

Diante dessa “naturalização do descaso” com o aspecto urbanístico da cidade, as instituições científicas, históricas, literárias, culturais e artísticas que têm contribuído para a criação de eventos culturais, pretendem constituir um Consórcio Cultural, em defesa da história e da memória de  Caxias, com o objetivo de apresentar à Administração Municipal uma proposta de elaboração de um Plano de Ação Cultural e Educativa, para a Revitalização do Centro Histórico de Caxias, a ser implementado durante o ano de 2014, a partir do mês de junho, visando a recuperação urbanística da cidade e, principalmente, a definição de uma política de ecologia humana, de modo que a preservação da cidade não produza nenhum efeito indesejado para a população que ocupa ruas e praças, onde realizam atividade comercial para garantia da sua sobrevivência, mas encontre alternativas para criação de espaço adequado à sua instalação em área de feira de comércio popular permanente, com infra-estrutura adequada, no local em que se encontram as ruínas do antigo Centro Administrativo Municipal, à Avenida Otávio Passos.

A partir dessa perspectiva, propõe-se um conjunto de ações a serem realizadas pela Administração Municipal com a efetiva participação das instituições do Consórcio Cultural da Cidade.


2- Procedimentos iniciais para a elaboração do Plano de Ação Cultural e Educativa

Descrição dos procedimentos
 Instituições envolvidas
Período de Execução
Reuniões da Administração Municipal com as instituições do Consórcio Cultural, para construção de um marco teórico-metodológico norteador de um Plano de Ação Cultural e Educativa a ser realizado na cidade de Caxias e para a constituição de um Grupo de Trabalho encarregado da elaboração do Plano.

- Secretaria de Cultura
-Secretaria de Planejamento
-Instituições do Consórcio Cultural de Caxias
-Docentes e discentes do Grupo de Estudos e Debates do CESC/UEMA
-Docentes e discentes do Curso de História do CESC/UEMA
-Docentes e discentes do Curso de Pedagogia do CESC/UEMA
Entre abril e maio de 2014
- quatro reuniões
Elaboração do Plano de Ação
GT – Plano de Ação
Maio e Junho/2014
Aprovação do Plano
Todas as instituições envolvidas
Junho/2014

O Núcleo ARTFORUM Brasil XXI do Maranhão estará presente colaborando nesse processo.
_________________________________________________________________________________

O ESPAÇO CULTURAL GONÇALVES DIAS ESPERA CONTAR COM A COLABORAÇÃO DAS NOSSAS IMPORTANTES INSTITUIÇÕES CAXIENSES E DOS GRUPOS CULTURAIS CONVIDADOS, PARA QUE JUNTOS POSSAMOS ALCANÇAR NOSSOS OBJETIVOS E IDEAIS COMUNS, EM PROL DA CULTURA, DA EDUCAÇÃO E DAS ARTES DA CIDADE, POIS O FUTURO SERÁ TESTEMUNHA DAS NOSSAS AÇÕES.

Obs: Já foi inaugurado o 1º Núcleo do Museu de Arte de Caxias – MAC, através das obras de arte expostas na Galeria de Arte Nancy Guimarães Costa.

                                                                             
Caxias, 28 abril de 2014

Diretores do Espaço Cultural Gonçalves Dias - ECGD
 Presidente: Francisco Felix Costa
Vice-Presidente: José Lino Costa Felix
Diretora de Assuntos Científicos: Profa. Maria de Fátima Felix Rosar
Diretora de Cultura e Comunicação: Socióloga Ana Maria Felix Garjan

Nossos links:
                                                    http://fundacgondias.ucoz.com.br/photo

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Dia da Terra é todo dia! Vamos cuidar da nossa cidade?




O Espaço Cultural Gonçalves Dias - ECGD, homenageou o Dia da
Terra, que é todo dia, através das postagens do Grupo ARTFORUM Brasil XXI, nos sites: Universidade Planetária do Futuro - Ano V e na Revista Planetária - ArtForum Internacional.



A Terra é a nossa casa azul! 
Imagem do poster:  Para comemorar o Dia da Terra em 22 de abril, a Agência Espacial Europeia (ESA) divulgou esta foto de Copenhague. Como o tema do Dia da Terra neste ano é cidades verdes, a agência usou a capital da Dinamarca porque ela foi escolhida a Capital Verde da Europa, com exemplos de investimentos em tecnologia sustentável, políticas públicas voltadas para este assunto, além de um público educado para isso. "A cidade dinamarquesa é um bom modelo em termos de planejamento urbano e design, e está trabalhando para tornar suas emissões de carbono neutras até 2025", disse a agência. O tema foi escolhido porque quanto mais e mais pessoas se mudam para cidades os riscos das mudanças climáticas ficam mais claras. Assim, é preciso incentivar o desenvolvimento de comunidades sustentáveis ao redor do mundo

Cada pessoa deve fazer a sua parte, diante da crise ambiental no nosso planeta.




Nossa Campanha: Vamos abraçar a Terra! Vamos salvar nosso planeta?

Carta aberta: Vamos cuidar da nossa cidade para cuidar do planeta!

Caxias - MA faz parte desse belo orbe que flutua no sistema solar e pede socorro aos seus mais de 7 bilhões de habitantes! A vida deve ser preservada a partir de pequenas atitudes que possuem resultados!

O nosso Rio Itapecuru precisa ser revitalizado, através de projetos governamentais e municipais. Cada um de nós, cidadãos caxienses devemos ampliar nossa consciência diante da atual crise ambiental do Brasil e do mundo! Porque acontecem tantas catástrofes nos estados do norte, nordeste, sudeste e sul? Falta água no nordeste, e no norte as águas derrubam casas, arrastam pessoas, carros, e muitos sonhos.

Em Caxias vemos muitas mudanças com o passar das décadas. Mudanças negativas, por exemplo, em relação ao seu patrimônio histórico que precisa ser restaurado e preservado diante do presente e do futuro. Há que haver uma maior preocupação dos setores públicos, das instituições, universidades e organizações, diante de seus problemas sociais, urbanos e também em áreas turísticas da nossa cidade.

A proposta do ESPAÇO CULTURAL GONÇALVES DIAS - ECGD é motivar a organização de um CONSÓRCIO CULTURAL, com a participação ativa das organizações, academias, alguns cursos universitários, grupos de pesquisa e representantes do patrimônio histórico, para que juntos possam desenvolver um fórum sistemático de propostas e projetos que contribuam com o desenvolvimento social, urbanístico, ambiental e educativo de Caxias, envolvendo grupos interdisciplinares, para que haja um novo olhar para as importantes preciosidades históricas, culturais e educativas no âmbito da cidade - berço de importantes intelectuais, historiadores, educadores, escritores, poetas e artistas da Terra caxiense. 

Os meios de comunicação através dos Jornais e das TVs da cidade estarão sendo convidados para participarem desse Fórum/Plenário Cultural que estamos propondo, a partir de muitas observações, diálogos com  pessoas, grupos e instituições.

O que queremos deixar como contribuição para o futuro de nossa Terra? Que essa nossa carta de hoje seja o primeiro passo para a interação cultural que propomos!


Brasil, 23 de abril de 2014
Fundação Cultural Gonçalves Dias -ECGD
Diretora de Cultural, Ana Maria Felix Garjan
Diretora de Assuntos científicos,
         Profa. Dra. Maria de Fátima Felix Rosar
.
Links relacionados com o Dia da Terra:
* Universidade Planetária do Futuro - Ano V:
* Revista Planetária - ArtForum Internacional:

quarta-feira, 26 de março de 2014

Exposição de livros e recital de poemas em homenagem ao Mês Cultural da Mulher, promovido pelo Espaço Cultural Gonçalves Dias

A Fundação ESPAÇO CULTURAL GONÇALVES DIAS - ECGD, promoveu e inaugurou, hoje, um evento especial em homenagem ao Mês Cultural de Mulheres, com Exposição de Livros, Leitura de poesia de autoras caxienses, maranhenses e brasileiras, e em destaque, a poeta brasileira Cora Coralina. 








quinta-feira, 20 de março de 2014

Exposição de livros e seus autores, no Espaço Cultural Gonçalves Dias

A Fundação Espaço Cultural Gonçalves Dias homenageia poetas e escritores, através da "Semana da Poesia", em homenagem ao Dia Nacional da Poesia, que foi celebrada no Brasil, em 14 de março.

Os poetas e escritores caxienses, maranhenses e brasileiros são nossos homenageados, através dessa exposição de livros do nosso acervo literário, poético e histórico.


No Dia Nacional da Poesia, divulgamos alguns poemas em divesras listas e em algumas redes através das páginas de Ana Felix Garjan, no Facebook e no Google +.




sexta-feira, 14 de março de 2014

Dia Nacional da Poesia - homenagem ao poeta Ferreira Gullar

Hoje é o Dia Nacional da Poesia.

Homenagem ao poeta Ferreira Gullar e à sua importante obra!
Muitos movimentos poéticos aconteceram em diversos grupos e organizações poéticas, para comemorar o Dia Nacional da Poesia.

A Fundação Espaço Cultural Gonçalves Dias homenageia todos os poetas brasileiros, no Dia Nacional da Poesia - Dia dos Poetas, através de alguns vídeos e poemas do importante poeta, escritor, ensaísta, jornalista e crítico de arte, o maranhense e brasileiro Ferreira Gullar, por contribuição à história da poesia neoconcreta no Brasil, em meados do século passado, que influenciou muitos poetas e escritores brasileiros, e de países da América Latina.








Ferreira Gullar: Síntese de sua vida em São Luís e Rio de Janeiro

Ideias de Ferreira Gullar


Poema 'Dia da Poesia', de Ana Felix Garjan

Brasil, 14 de março de 2014
Fundação Espaço Cultural Gonçalves Dias
Departamento Cultural e Comunicação

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Coelho Netto: 150 anos - homenagem da Fundação 'Espaço Cultural Gonçalves Dias' - ECGD


Poster  em homenagem aos 150 anos de Coelho Neto.
  
A Fundação ESPAÇO CULTURAL GONÇALVES DIAS - Ano I, registra sua homenagem à memória cultural do importante escritor e político caxiense, Coelho Netto, nesta data, 21 de fevereiro de 2014, que celebra os 150 anos do seu nascimento, na cidade de Caxias - Maranhão, em 21 de fevereiro de 1864. Ele faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 28 de novembro de 1934.

Síntese sobre Coelho Netto

Seus pais foram: Antônio da Fonseca Coelho, português, e Ana Silvestre Coelho, índia. 
Coelho Neto casou-se em 1890, com Maria Gabriela Brandão, filha do educador Alberto Brandão. Seu casamento foi realizado logo após a Proclamação da República, e o casal teve como padrinho, o Presidente Deodoro da Fonseca.
Eles tiveram treze filhos, mas somente sete sobreviveram.

Henrique Maximiano Coelho Netto foi professor, político, poeta, romancista, contista, crítico, teatrólogo e memorialista. Ele é fundador da Cadeira nº 2 da Academia Brasileira de Letras, que tem como patrono Alvares de Azevedo.

Sobre sua trajetória intelectual

Coelho Netto matriculou-se na Faculdade de Direito em 1883, em São Paulo. Depois transferiu-se para Recife, por problemas políticos com alguns amigos da época. Fez o 1º ano de Direito onde teve como seu principal mestre, Tobias Barreto.

Regressando a São Paulo entregou-se às idéias abolicionistas e republicanas. Ele fez parte do grupo de Olavo Bilac, Luís Murat, Guimarães Passos e Paula Ney. A história dessa geração apareceria depois no seu romance A Conquista (1899). Tornou-se companheiro de José do Patrocínio, na campanha abolicionista.

Ingressou na "Gazeta da Tarde", depois foi trabalhar na "Cidade do Rio", onde exerceu o cargo de secretário. A partir dessa época iniciou a publicação dos seus trabalhos literários.

Ele foi nomeado para o cargo de secretário do Governo do Estado do Rio de Janeiro e, no ano seguinte, Diretor de Negócios do Estado. Em 1892, foi nomeado professor de História da Arte na Escola Nacional de Belas Artes, depois foi professor de Literatura do Ginásio Pedro II. Em 1910 foi nomeado professor de História do Teatro e Literatura Dramática da Escola de Arte Dramática, sendo depois diretor dessa importante escola.

Exerceu diversos cargos para os quais era convidado, e entre diversas atividades ele se dedicava a escrever para revistas e jornais da época, no Rio como em outras cidades, além de assinar trabalhos com seu próprio nome, escrevia sob os pseudônimos: Anselmo Ribas, Caliban, Ariel, Amador Santelmo, Blanco Cabarro, Charles Rouget, Democ, N. Puck, Tattarin, Fur-Fur, Manés.

Coelho Netto desenvolveu todos os gêneros literários, e por anos foi o escritor mais lido no Brasil. Em 1928 foi eleito Príncipe dos Prosadores Brasileiros, num concurso realizado pelo "Malho". Ele era considerado por seu filho Paulo Coelho Neto, um escritor e político que possuía "o mais rico vocabulário da língua, calculado em 20 mil palavras".

Literatura de Coelho Netto
Contos e romances
Rapsódias, contos (1891); A capital federal, romance  (1893);
Baladilhas, contos (1894); Praga (1894); Fruto proibido, contos 
(1895)Miragem, romance (1895); O rei fantasma, romance (1895); Sertão (1896); Inverno em flor, romance (1897), Álbum de Caliban, contos (1897); A descoberta da Índia (1898); O morto, romance (1898); Romanceiro (1898); Seara de Rute (1898);A descoberta da Índia, narrativa histórica (1898); O rajá do Pendjab, romance (1898); A conquista, romance (1899); Saldunis (1900); Tormenta, romance (1901); Apólogos(1904); O bico de pena (1904); Água juventa (1905); Treva (1906); Turbilhão, romance (1906); As sete dores de Nossa Senhora (1907); Fabulário (1907); Jardim das Oliveiras (1908); Esfinge (1908); Vida mundana, contos (1909); Cenas e perfis (1910); Mistério do Natal (1911); Banzo, contos (1913); Meluzina (1913);Contos escolhidos (1914); Rei negro, romance (1914); O mistério (1920); Conversas (1922); Vesperal (1922); Amos(1924); Mano, livro da saudade (1924); O povo, romance (1924): Imortalidade, romance (1926); O sapato de Natal(1927); Contos da vida e da morte, contos (1927); Velhos e novos (1928); A cidade maravilhosa, contos (1928); Vencidos(1928); árvore da vida (1929); Fogo fátuo, romance (1929).
Teatro:
Teatro,vol.I: O relicárioAo raio XO diabo no corpo (1911); vol. II: As estaçõesAo luar,IroniaA mulherFim de raça (1907); vol. III: Neve ao solA muralha (1907); vol.IV: Quebranto e Nuvem (1908); vol.V: O dinheiroBonança, O intruso (1918); vol.VI: O patinho tortoA cigarra e a formigaO pedidoA guerraO tangoOs sapatos do defunto (1924).

Crônicas:
O meio (1899); Bilhetes postais (1894); Lanterna mágica; (1898); Por montes e vales(1899); Versa (1917); A política (1919); Atlética (1920); Frutos do tempo (1920); O meu dia (1922);Frechas (1923); As quintas (1924); Feira  livre(1926); Bazar (1928).



Homenagem a Coelho Netto - 150 anos

ECGD / ARTFORUM Brasil XXI


A Fundação 'Espaço Cultural Gonçalves Dias' - ECGD - Ano I e o G. ARTFORUM Brasil XXI - Núcleo do Maranhão, prestam homenagem aos 150 anos de nascimento de Coelho Netto, que foi escritor, poeta, dramaturgo, professor, político, cuja obra foi reconhecida em nível nacional e internacional. 

O Espaço Cultural Gonçalves Dias, localizado nas dependências de uma das últimas residências, com característica colonial do século XIX, em Caxias, divide espaço com a Livraria e Cia. do Livro Azul. Essa livraria, localizada na Rua Coelho Neto, 984, recebeu essa denominação porque o escritor Coelho Neto morou nessa rua, e ele era frequentador assíduo de uma livraria na cidade de Campinas, que se chamava Casa do Livro Azul.

Desse modo, a Família Guimarães Felix Costa, por meio desses espaços de cultura, homenageia Gonçalves Dias e Coelho Neto, para destacar a importância de suas obras e a importância do cultivo de novas gerações de leitoras e leitores, que poderão ser, futuramente, importantes escritores para as novas gerações.

Matéria que conta a história da livraria de Campinas - São Paulo, que inspirou o nome da "Livraria e Cia. do Livro Azul": 
http://pro-memoria-de-campinas-sp.blogspot.com.br/2007/06/curiosidades-casa-livro-azul.html
Brasil, 21 de fevereiro de 2014
Profa. Dra. Maria de Fátima Félix Rosar
Diretora Científica do ECGD

______________________________________________________________________

Programação "COELHO NETO - 150 ANOS" em CAXIAS

A programação comemorativa em homenagem aos 150 anos de nascimento do escritor caxiense Coelho Neto, foi organizada pelo Instituto Histórico e Geográfico de Caxias - IHGC, em conjunto com a Academia Caxiense de Letras - ACL, que é considerada a "Casa de Coelho Neto".

INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE CAXIAS - 150 ANOS DE COELHO NETTO - 21 de fevereiro de 2014

PROGRAMAÇÃO 

MANHÃ:
08h – Hasteamento de Bandeiras
(Sede do IHGC)
09h – Exposição de Livros de Coelho Netto
(Sede da Academia Caxiense de Letras - ACL)
TARDE:
14h – Exposição de Livros de Coelho Netto (continuação)
(Sede da ACL)
16h – Visita de Acadêmicos e Estudantes à Casa de Nascimento de Coelho Netto 
(saída: Sede do IHGC)
17h - Colocação de Coroa de Flores no Local do Busto do Escritor, na Praça do Panteon
NOITE:
19h – Palestras: “Coelho Netto e Caxias” – Prof. Jacques Medeiros
20h - “Vida e Obra de Coelho Netto” – Prof. Eulálio Leandro 

_________________________________________________

HOMENAGEM HISTÓRICA A COELHO NETO 150 ANOS, PELO ESPAÇO CULTURAL GONÇALVES DIAS-ECGD e pelo GRUPO ARTFORUM BRASIL XXI - MA.


Considerando a importância literária dessa dada para o cenário literário e cultural caxiense, maranhense e brasileiro, o Depto de Cultura e Divulgação do Espaço Cultural Gonçalves Dias, reproduz, publica e divulga um dos mais importantes documentos:

"EXPOSIÇÃO COMEMORATIVA DO CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE COELHO NETTO", que foi planejada e organizada pela SEÇÃO DE EXPOSIÇÕES da BIBLIOTECA NACIONAL, RIO DE JANEIRO - MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA, em 9 de SETEMBRO de 1964.




"ABREVIATURAS

C.N. Família Coelho Neto

E.N.M. Escola Nacional de Música

B.N. Biblioteca Nacional (acervo geral)

S.L.R. Seção de Livros Raros

S.M. Seção de Música

S.Mss. Seção de Manuscritos
S.P. Seção de Periódicos
S.R. Seção de Referência

•A
» Biblioteca Nacional, ao promover a exposição Coelho Neto, se tem em vista o centenário de nascimento do escritor, cumpre também o dever de documentar — em matéria por assim dizer viva — o seu trabalho intelectual. Êste ano, nos "Anais", já a Biblioteca Nacional publicou a sua correspondência passiva. Justificam-se, porém, o interêsse e o carinho para com Coelho Neto em consequência, não apenas de sua colocação literária, mas de sua permanente contemporaneidade na inteligência brasileira.
-
•D
Em sua volta, após mais de quarenta anos de intransigente condenação à sua obra novelística, o que se prova em Coelho Neto é não ser possível destruir-se um ficcionista à sombra de opiniões apaixonadas e preconceitos literários. Seus romances — "Miragem" ou "O Morto", "Tormenta" ou "O Rei Negro" — tornaram-se alvo de uma revolução que, desejando afirmar-se, nêles concentrou uma tradição que precisava ser afastada. No processo crítico que se ergueu, ao tempo em que novas experiências novelísticas se realizavam e vingavam novos tratamentos estéticos, a acusação se fez por demais agressiva para que hoje a possamos aceitar como um julgamento. Não permitiram, ao menos, uma defesa. E, precisamente porque interessada em condenar e não discutir, sempre evitando o debate na acusação, é que hoje reconhecemos o equívoco entre os modernistas e Coelho Neto.

Houvesse um método de auscultação crítica acima do processo revolucionário literário e outro teria sido o comportamento face à obra novelística de Coelho Neto. Hoje, porém, quando a crítica empreende a revisão através de elementos seguros de análise, anula-se o equívoco quanto mais que — considerando-se as recentes conquistas na novelística — os modernistas e Coelho Neto se encontram dentro do mesmo círculo.

Demonstra-se em verdade que, no sentido do tempo, há sempre o encontro acima das experiências estéticas das gerações. Concentram-se as escolas e os caminhos em uma só afirmação. E, em sua sobrevivência, nessa atualidade que corresponde ao julgamento e a duração, Coelho Neto é o exemplo. Esta exposição, pois, promovida pela Biblioteca Nacional, tem uma excepcional razão de ser.

ADONIAS FILHO
DIRETOR GERAL

AUTÓGRAFOS

1 NETO, HENRIQUE COELHO, 1864-1934. — BILHETE a Capistrano, desfazendo um pequeno mal-entendido e reclamando sua amizade. 26 nov. 1898.
S.Mss
la BILHETE a Capistrano, pedindo-lhe enviar uns volumes com seus agradecimentos ao João Lopes. 27 out. 1893
S.Mss.
lb BILHETE a Capistrano de Abreu, pedindo seu auxílio para "compor o arcabouço de um livro futuro". 12 agosto (sem ano). 
S.Mss. 
CARTÃO a João Capistrano de Abreu, informando que está resolvido a escrever o livro para a editora Francisco Alves. Rio de Janeiro, 15 de outubro de 1895. 1 f.
S.Mss.
2 CARTA a João Carlos Rodrigues, descrevendo o seu estado de saúde e solicitando ser incluído no número dos colaboradores literários da página dos domingos. 20 de julho
de 1893. 1 f.
S.Mss.
3 CARTA a Nepomuceno comentando o seu "Auto Pastoral", descrevendo cenas e pedindo-lhe para "fazer o melodrama para a narração do pastor". Campinas, 26 novembro
1903 * E- N - M -
4 CARTA a Nepomuceno comunicando que apresentou um projeto de creação de um "Instituto de Educação Artística" em Campinas; pede-lhe a música para "As estações" e
também para que enviasse algumas de suas composições de canto.
Campinas, 9 março 1902. 1 f.
E.N.M.
9
5 CARTA a Nepomuceno comunicando que vai montar "Mysterio" de Natal e a cena capital — em Bethlen — é dele. Convida-o, também, a vir a Campinas para a estréia.
Campinas, 2 outubro 1903.
E.N.M.
6 CARTA a Nepomuceno dando notícias sobre o "Auto".
Campinas, 
6 novembro 1903.
E.N.M.
7 CARTA a Alberto Nepomuceno elogiando o seu "Hino do Ceará" e fazendo referência à sua projetada "Pastoral".
Campinas, 3 setembro 1903.
E.N.M.
8 CARTA a Alberto Nepomuceno comentando com entusiasmo, a colaboração musical de Nepomuceno em "Auto pastoral".
Campinas, 21 novembro 1903.
E.N.M.
9 CARTÃO de Nepomuceno a Coelho Neto. B. Aires, 3 julho
1913. S.Mss.
10 CARTÃO a Raul pedindo-lhe um favor. 23 out. 1909. 1 f.
S.Mss.
11 CARTÃO de Nepomuceno a Coelho Neto, enviando um exemplar de Ártemis, impresso. Rio, 31 março 1919.
S.Mss.
12 CONTRATO com o editor Romualdo dos Santos para a edição de "Contos escolhidos". 20 jul. 1912. 1 p.
C.N.
13 CONTRATO com o editor Romualdo dos Santos para aedição do livro "Vergas". 10 abril 1915. 1 p.
C.N.
14 PELO amor; poema dramatico em 2 actos. 106 p.
C.N.
15 OS POMBOS. 7 f.
S.Mss.
10
I M P R E S S O S
COLETÂNEAS
16 AUTORES E LIVROS; suplemento literário de "A Manhã".
Rio de Janeiro. Ano 3, v. 4, n. 12, 11 abril 1943.
Número dedicado a Coelho Neto.
S.L.R.
17 NETO, Henrique Coelho, 1864-1934 — Coelho Neto... [Apresentação e compilação] por Octávio de Faria.
Rio de 
Janeiro, 1958. 129 p. ilus. (Nossos clássicos, 15).
B.N.
18 — Inteligência de Coelho Neto [Compilação e introdução de] Chermont de Britto.
Rio de Janeiro, Alba, 1936. 175 p.
B.N.
19 — Obra seleta. Introd. geral: Herman Lima: Coelho Netto, as duas faces do espelho; Paulo Coelho Netto: Imagem de uma vida... Nota preliminar por Brito Broca. Rio de
Janeiro, J. Aguilar, 1958 — 3 v. ilus. [Biblioteca luso brasileira. Série brasileira, 5] Os v. 2 e 3 ainda não foram publicados. B.N.
20 — Páginas escolhidas; selecionadas e prefaciadas por Paulo Coelho Netto.
Rio de Janeiro, Vecchi [1954] 347 p.
B.N.
2 1 selecionadas, prefaciadas e anotadas por Paulo Coelho Netto. 2. ed., ampliada.
Rio de Janeiro, Liv. 
S. José, 1957. 275 p. ilus.
B.N.
ROMANCES E NOVELAS
22 NETO, Henrique, 1864-1934 — A árvore da vida.
Rio de Janeiro,
Liv. Pimenta de Melo, 1929. 75 p.
B.N.
23 — A capital federal (impressões de um sertanejo) [por Anselmo Ribas, pseud.] Rio de Janeiro, O Paiz, 1893.
317 p. B.N.
11
2 4 3. ed. ampliada, rev. Rio de Janeiro, Laemert, 1899.
232 p. B- N -
2 5 4 ed. Porto, Liv. Chardron, 1915. 324 p. ilus.
B.N.
26 — A conquista. 2. ed. Porto, Lello, 1913. 438 p. ilus.
B.N.
27 — Esphinge. Porto, Lello, 1908. 281 p. ilus.
B.N.
2 8 2. ed. Porto, Leio & irmão, 1920. 232 p. ilus.
B.N.
29 _ Fogo fatuo. Porto, Lello, 1929. 403 p. ilus.
B.N.
30 — Immortalidade, novella... Rio de Janeiro, Off. graph. do Jornal do Brasil, 1923. 215 p.
B.N.
3 1 lenda. Porto, Lello, 1925. 332 p. ilus.
B.N.
32 Innocencio innocente. Rio de Janeiro [19 ] 80 p. ilus.
(Album de Caliban) B.N.
33 _ Inverno em flor. 2. ed. Porto, Lello, 1912. 413 p. ilus.
B.N.
3 4 II da série. Rio de Janeiro, Laemmert, 1897. xi,
377 p. (Collecção "Alva")
B.N.
35 _ Miragem [por Coelho Netto (Anselmo Ribas)]
Rio de 
Janeiro, D. de Magalhães, 1895. 390 p.
B.N.
3 6 2. ed. Porto, Lello, 1909. 343 p. ilus.
B.N.
37 — O mysterio [por... Afrânio Peixoto, Medeiros e Albuquerque e Viriato Corrêa] S. Paulo, Monteiro Lobato,
1920. 317 p. B- N -
12
3 8 S. Paiilo, Ed. Nacional, 1928. ix, 275 p.
B.N.
39 — O morto (memorias de um fuzilado)
Rio de Janeiro.
Laemmert, 1898. 277 p.
B.N.
4 0 2. ed. Porto, Lello, 1912. 322 p. ilus.
B.N.
41 — O paraiso, excelsa fantasia.
Rio de Janeiro, Laemmert, 
1898. 215 p. B.N.
4 2 2. ed. definitiva. Porto, Lello, 1926. 267 p. ilus.
B.N.
43 — O Polvo. Propriedade do Jornal do Commercio...
S. 
Paulo [Casa Mayença] 1924. 214 p.
C.N.
44 — Praqa. Rio de Janeiro, J. Cunha, 1894. 115 p.
S.L.R.
45 — O rajah do Pendjab. Rio de Janeiro, Laemmert, 1898.
2. v.
B.N.
46 — O rei fantasma [por Coelho Netto (Anselmo Ribas)]
Rio de Janeiro, D. de Magalhães, 1895. 300 p.
B.N.
47 — Rei negro, romance barbaro. Porto, Lello, 1914. 461 p. ilus. B.N.
4 8 2. ed. Porto, Lello, 1926. 302 p. üus.
B.N.
49 —Rey negro, novela barbara. Traduccion... por Luis Onetti Lima. Buenos Aires, Claridad [1938] 278 p.
B.N.
50 — Macambira, roman brésilien; traduit par Ph. Lebesgue et M. Gahisto, couverture de Chas Laborde.
Paris, 
l'Edition Française Illustrée [c 1920] 283. p. [Collection littéraire des romans étrangers] Título original: Rei negro. B.N.
13
51 — Tormenta. Rio de Janeiro, Laemmert, 1901. 271 p. Romance publicado, em parte, na Revista Brasileira, sob o título "Agareno".
B.N.
5 2 2. ed. Porto, Leio, 1915. 343 p. ilus.
B.N.
5 3 3. ed. Porto, Lélo, 1924. 264 p. ilus.
B.N.
54 — Turbilhão. Rio de Janeiro, Laemmert, 1906. 373 p.
B.N.
5 5 3. ed. Porto Lélo, 1925. 344 p. ilus.
B.N.
5 6 Ed. do Centenário [Rio de Janeiro] Ed. O Cruzeiro
[1964] 301 p. ilus.
B.N.
CONTOS
57 NETO, Henrique Coelho, 1864-1934 — A bico de penna, fantasias, contos e perfis 1902-1903. Porto, Lello, 1904. 398 p.
B.N.
5 8 2. ed. Porto, Leio, 1919. 379 p. ilus.
B.N.
59 — Agua de juventa. Porto, Lello, 1904. 409 p.
B.N.
60 — Album de Caliban. Rio de Janeiro [etc.] Laemmert <S ca., 1897-98. 4 t. em 2 v.
S.L.R.
61 — Amor. Bello Horizonte, Typ. Oliveira Costa, 1924. 16 p.
B.N.
62 — Apologos; contos para creanças.
Campinas, Castro 
Mendes & Irmão, 1904. 158 p.
S.L.R.
14
6 3 4. ed. Porto, Leio, 1924. 243 p. ilus.
B.N.
64 — Balladilhas... Rio de Janeiro, D. Magalhães, 1894. 286 p.
B.N.
6 5 Ed. definitiva. Porto, Liv. Chardron de Leio & irmão,
ltda., 1922. 246 p. ilus.
B.N.
6 6 3. ed. Porto, Leio, 1924. 246 p. ilus.
B.N.
67 — Banzo. Porto, Liv. Lello, 1912. 210 p.
B.N.
6 8 2. ed. Porto, Liv. Chardron, 1927. 218 p. ilus.
B.N.
69 — Brasilian tales; trans, from the Portuguese with an introduction...
Boston, The Four seas co„ 1921. 149 p.
B.N.
70 — Scenas e perfis. Rio de Janeiro, H. Gamier, 1910. 226 p.
B.N.
7 1 Ed. definitiva. Porto, Lello, 1925. 286 p. ilus.
B.N.
72 — A cidade maravilhosa. S. Paulo, Comp. Melhoramentos
[192 ] 159 p.
B.N.
73 — Contos da vida e da morte. Porto, Lello, 1927. 228 p. ilus.
B.N.
74 — Contos escolhidos. Bahia, Liv. Catilina, 1913. 475 p.
B.N.
7 5 Bahia, Liv. Catilina, 1914. 475 p.
B.N.
76 — Conversas (contos dialogados)
Rio de Janeiro. Annuario 
do Brasil [1922] 257 p.
B.N.
15
77 — Fctbulario. Porto, Lello, 1907. 246 p. ilus.
B.N.
7 8 2. ed. Porto, Leio, 1919. 242 p. ilus.
B.N.
7 9 3. ed. Porto, Leio, 1924. 220 p. ilus.
B.N.
80 — Fructo prohibido [por Anselmo Ribas (Coelho Netto)]
Rio de Janeiro, D. de Magalhães, 1895. 199 p.
B.N.
81 — Jardim das oliveiras. Porto, Lello, 1908. 257 p.
B.N.
8 2 2. ed. Porto, Lello [19 ] 260 p. ilus.
B.N.
83 — Melusina. Rio de Janeiro, H. Garnier [1913] 128 p.
B.N.
8 4 2. ed. augm. Rio de Janeiro, Liv. Garnier [1923]
144 p. (Collecção dos autores celebres da literatura brasileira). B.N.
85 — Rhapsodias... Rio de Janeiro, Imp. Lombaerts, Mare Ferrez, 1891. 172 p.
B.N.
8 6 2. ed. Rio de Janeiro, H. Garnier, 1911. 138 p.
B.N.
87 — Romanceiro. Rio de Janeiro, Laemmert, 1898. 200 p.
(Collecção Alva)
B.N.
8 8 Ed. definitiva consideravelmente augmentada.
Porto, 
Lello, 1906. 231 p. ilus.
B.N.
8 9 3. ed. Porto, Leio, 1924. 253 p. ilus.
B.N.
10 — O sapato de natal; ilus. de J. Carlos.
Rio de Janeiro, 
Almeida & Torres. 38 p. (Collecção "Gaby")
B.N.
16
91 — Seara de Ruth [por Anselmo Ribas (Coelho Neto)]
Rio 
de Janeiro, D. Magalhães [1898] 141 p.
B.N.
92 — Sertão, I da serie. Rio de Janeiro, Typ. Leuzinger, 1896.
467 p. (Collecção "Alva")
B.N.
9 3 4. ed. Porto, Leio, 1921. 352 p. ilus.
B.N.
9 4 5. ed. Porto, Leio, 1926. 314 p. ilus.
B.N.
95 — Wildnis, Novellen von Coelho Netto; autorisierte Übersetzung aus dem Brasilianisch-Portugiesischen von Martin Brusot.
Berlin, E. Fleischel, 1913. 245 p.
B.N.
96 — Treva. Paris, H. Garnier [1905] 349 p.
B.N.
9 7 3. ed. Porto, Lélo, 1921 ? 343 p.
B.N.
98 — Der tote Kollektor, Novellen aus der Welt des grauens von Coelho Netto; autorisierte Übersetzung aus dem Brasilianisch- Portugiesischen von Martin Brussot. Berlin, E.
Fleischel, 1915.
B.N.
99 — Velhos e novos. Porto, Lélo, 1928. 210 p. ilus.
B.N.
100 — Vencidos. Porto, Lélo, 1928. 264 p. ilus.
B.N.
101 — Vesperal. Rio de Janeiro, Liv. Leite Ribeiro, 1922. 178 p.
B.N.
10 2 2. ed. Porto, Lelo, 1928. 262 p. ilus.
B.N.
103 — Vida mundana. Rio de Janeiro, H. Garnier [1909] 130 p.
B.N.
17
TEATRO
104 NETO, Henrique Coelho, 1864-1934 — Teatro... Porto, Lello, 1907-24. 6 v. Conteúdo: — I. O relicário. Os raios X. O diabo no corpo. — II. As estações. Ao luar. Ironia. A mulher. Fim de Raça. — III. Neve ao sol. A muralha. —
IV. Quebranto. Nuvem. — V. O dinheiro. Bonança e o Intruso. — VI. O patinho torto. A cigarra e a formiga. O pedido. A guerra. O tango. Sapatos de defunto.
B.N.
105 — Theatro infantil; comedias e monologos em prosa e em verso [por Olavo Bilac e Coelho Netto] 2. ed. Rio de Janeiro, F. Alves, 1910. 174 p. [Biblioteca infantil]
B.N.
106 — Artemis, episodio lyrico; musica de Alberto Nepomucen o . . .
Rio de Janeiro, F. de Vasconcelos, Morand [1898]
22 p.
B.N.
10 7 Episodio lyrico em um acto. Versão franceza d'Ivan d'Hunac e Luiz de Castro, musica de Alberto Nepomuceno.
Rio de Janeiro, Vieira Machado & cia.
1 1914 | Partitura (68 p.)
E.N.M.
10 8 Épisode lyrique en un a c t e . . . musique de Alb. Nepomuceno.
20 p. Cópia manuscrita do compositor.
E.N.M.
109 — O desastre, peça em 3 actos...
Rio de Janeiro, 1923.
88 p.
B.N.
110 — Fogo de vista, comedia em 3 actos...
Rio de Janeiro,
Off. Graph. do "Jornal do Brasil", 1924. 87 p.
B.N.
111 — Hóstia, bailada em 1 acto, em prosa rythmica; musica de Delgado de Carvalho... Rio de Janeiro, Fertin de Vasconcellos,
Morand [1898] 35 p.
B.N.
18
112 — Pastoral; evangelho em 1 prologo e 3 quadros.
Lisboa, 
Tavares Cardoso, 1905. 103 p. ilus.
B.N.
H2a Ed. definitiva. Porto, Liv. Chardron, de Lélo & Irmão
Ida., 1923. 116 p.
S.M.
11 3 Epizódio do Natal, 3.° atto: Em Bethleem.
Partitura 
original, manuscrito do próprio punho do compositor.
42 p.
E.N.M.
114 — Pelo amor! Poema dramatico em 2 actos, original do Coelho Netto, musica de Leopoldo Miguez.
Rio de Janeiro,
Laemmert, 1897. 62 p.
B.N.
114a Partitura de piano e canto. Leipzig, J. Rieter-Biedermann.
Partitura (72 p.~)
S.M.
115 — Quebranto; comédia em 3 atos. Revista do teatro.
S.B.A.T. Rio de Janeiro. Ano 36, n. 295, jan-fev. 1957.
"Escrita expressamente para a Companhia do Teatro da Exposição Nacional de 1908 e representada em 21 de agosto do mesmo ano".
S.M.
116 — Saldunes; acção legendaria em 3 episodios, música de Leopoldo Miguéz.
Lisboa, Tavares Cardoso & Irmão ed.,
1900. 101 p. B- N -
116a Drama lyrico em 3 actos.| Libreto de Coelho Netto, musica de Leopoldo Miguez, resumo por Luiz de Castro...
Rio de Janeiro, Imp. Mont'Alverne, 1901.
22 p. S.M.
116b — I Salduni, overo "II Tramonto delia Gallia". Drama lirico in 3 atti e Parole di Coelho Netto. Versione ritmica dal testo originale portoghesi di Heitor Malaguti. Musica di
Leopoldo Miguéz. Partitura di canto e piano forte. Riduzione
deli'Au tore. | Leipzig, Ins. Lith. de G. G. Róder |
Partitura 243 p. S- M -
19
CRÔNICAS
117 NETO, Henrique Coelho, 1864-1934 — Às quintas. Janeiro de Janeiro
1921 a Dezembro de 1923. Porto, Lélo, 1924. 422 p.
B.N.
118 — Bazar. Porto, Lello, 1928. 283 p. ilus. B.N.
119 — Bilhetes postaes, 1892-1893 [por Anselmo Ribas (Coelho
Netto)] Rio de Janeiro, D. de Magalhães, 1894. 254 p.
B.N.
120 O evangelho nas selvas... Rio de Janeiro, Centro Pio X
[192 ] 4 p. ilus. B.N.
121 — Feira livre. Porto, Lello, 1926. 218 p. ilus.
B.N.
122 — Frechas. Rio de Janeiro, Liv. F. Alves, 1923. 264 p.
B.N.
123 Frutos do tempo. Bahia, Liv. Catilina, 1919. 416 p.
B.N.
124 O Instituto de protecção e assistência á infanda do Rio de Janeiro; chronica... publicada no supplemento literário do "Correio da manhã" do dia 30 de junho de
1907 .. Rio de Janeiro, Imp. nacional, 1907. 22 p. ilus.
B.N.
125 Lanterna mágica [por Anselmo Ribas (Coelho Neto)]
Rio de Janeiro, D. de Magalhães [1898] 137 p.
B.N.
12S O meu dia (Hebdomadas d'A noite) dezembro de 1918 a dezembro de 1920.
Porto, Leio, 1922. 301 p. ilus.
B.N.
127 _ Versas. Bahia, Liv. Catilina, 1918. 316 p.
NARRATIVAS BÍBLICAS
128 NETO, Henrique Coelho, 1864-1934 — Mysterio do Natal.
Porto, Lello, 1911. 189 p. ilus. B.N.
20
129 — 3. ed. Porto, Liv. Chardron, 1924. 178 p. ilus.
B.N.
130 — As sete dores de N. Senhora, com uma carta de S. Eminência o cardeal arcebispo D. Joaquim Arcoverde.
Rio 
de Janeiro, E. Bevilaqua, 1907. 103 p. ilus.
B.N.
13 1 3. ed. Porto, Leio, 1924. 110 p. ilus. B.N.
NARRATIVA HISTÓRICA
132 — A descoberta da índia. Rio de Janeiro, Laemmert, 1898.
146 p. B.N.
MEMÓRIAS, REMINISCÊNCIAS
133 NETO, Henrique Coelho, 1864-1934 — Canteiro de saudades.
Porto, Lello, 1927. 250 p. ilus.
B.N.
134 — Mano. Rio de Janeiro, Emp. Graphica editora, 1924. 196 p. ilus.
S.L.R.
13 5 2. ed. Porto, Lello, 1928. 152 p. ilus. B.N.
13 6 7. ed. Rio de Janeiro, Organizações Simões, 1956.
138 p. i Obras de Coelho Neto |
B.N.
13 7 Traduit du portugais ,par Georgina Lopes.
Paris, 
R. Corrêa, 1929. 154 p. B.N.
COMPÊNDIO DE LITERATURA
138 — Compendio de litteratura brasileira, segundo o programa do Gynnasio nacional.
Rio de Janeiro, Liv. F. Alves, 1905.
117 p. B.N.
13 9 3. ed. rev. e aum. Rio de Janeiro, Liv. F. Alves, 1929.
177 p. B.N.
21
DISCURSOS E CONFERÊNCIAS
140 NETO, Henrique Coelho, 1864-1934 — Á colonia portugueza
no Brasil e á literatura portugueza... Rio de Janeiro,
Typ. Leuzinger, 1896. 15 p.
S.L.R.
141 — A Portugal [Rio de Janeiro] Off. do Jornal do Brazil
[1921] [13] p. ilus.
B.N.
142 A caridade; conferencia realizada no Theatro Sant'Anna em S. Paulo, no domingo 22 de dezembro de 1901.
S. 
Paulo, Typ. Andrade & Melo, 1902. 17 p.
B.N.
143 — Conferencias litterarias. Rio de Janeiro, H. Garnier, 1909.
146 p.
B.N.
144 — Discours prononcé le 20 o c t . . . Rio de Janeiro, Typ. Bernard
frères, 1917 16 p.
B.N.
145 — Discurso de Coelho Neto pronunciado no Palace Hotel,
em nome da comissão organizadora do banquete offerecido
ao Conde Ernesto Pereira Carneiro (23 de dezembro
de 1919) [Rio de Janeiro, Off. graph. d'A Politica, 192 ]
[15] p.
B.N.
146 — Discurso proferido pelo eminente escritor e romancista sr. dr. Coelho Netto, da Academia Brasileira de Letras, na comemoração do 63.° aniversario do Liceu Literário
Português (10 de setembro de 1931) |
Rio de Janeiro, 
Irmãos Pongetti, 1932 | 19 p.
B.N.
147 — Encyclias [conferencia lida no collegio Baptista em 30 de nov. de 1920]
Rio de Janeiro, Typ. Bohemia, 1921.
23 p.
B.N.
22
148 —Falando... discursos na Camara, discursos litterarios.
Rio de Janeiro, Leite Ribeiro & Maurilio, 1919. 300 p.
B.N.
149 — Livro de prata. S. Paulo, Liv. Liberdade, 1928. 266 p.
B.N.
150 — O mar; conferencia literaria pelo... dr. Coelho Netto, na sede do Clube de Natação e Regatas, em 15 de dezembro de 1917... Rio de Janeiro, Villas-Boas, 1918. 20 p.
S.L.R.
151 — Oração civica. Os empregados do commercio nas commemorações do Centenario. O autographo da bella oração civica escripta por Coelho Neto. (Recorte do Fon-íon, 28-10-1922 e da "A Noite", 7-9-1920).
B.N.
152 _ Orações. S. Paulo, Imp. methodista | 1923? | 224 p.
153 — A palavra, conferencia realisada a 23 de set. de 1905, no Instituto Nacional de Musica. Rio de Janeiro, N. Castellões
[1905] 30 p.
B.N.
154 — Palestras da tarde. Rio de Janeiro, H. Garnier, 1911.
155 — A vida além da morte, conferência realizada no "Abrigo Thereza de Jesus" no dia 14 de setembro de 1924.
Rio 
de Janeiro, Off. graph, de A noite, 1924. 45 p. ilus.
B.N.
156 1925. 62 p. ilus.
B.N
EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA
157 NETO, Henrigue Coelho, 1864-1934 — Alma, educação feminina.
Rio de Janeiro, J. Ribeiro dos Santos, 1911. 158 p.
23
158 — America (educação cívica) Rio de Janeiro, I. Bevilacqua,
1897. 80 p. ilus.
B.N.
159 — Breviário civico... Rio de Janeiro, Ed. "O Norte" [1921?]
168 p.
B.N.
16 0 3. ed. Rio de Janeiro, Org. Simões, 1957.
B.N.
161 — Contos pátrios [para os alunnos das escolas primarias]
por Olavo Bilac e Coelho Netto. Rio de Janeiro, Liv. F.
Alves, 1904. 215 p. ilus. [Biblioteca dos jovens brasileiros]
B.N.
162 — A patria brazileira (para alumnos das escolas primarias) [por Coelho Netto e Olavo Bilac] Rio de Janeiro, Liv. F.
Alves, 1909.
B.N.
16 3 3. ed. Rio de Janeiro, F. Alves, 1911. 287 p. ilus.
[Biblioteca dos jovens brasileiros]
B.N.
16 4 28. ed. Rio de Janeiro, Liv. F. Alves, 1958. 288 p.
ilus. [Biblioteca dos jovens brasileiros]
B.N.
165 — A terra fluminense; educação cívica [por] Coelho Netto e Olavo Bilac. Rio de Janeiro, Imp. Nacional, 1898. 74 p. No fim do vol. há 6 p. manuscritas com a seguinte nota: "Alem da horrorosa edição deixaram de inserir o capitulo "O mar" que devia ocupar o X lugar. Aqui o deixo. Coelho Netto."
S.L.R.
OUTROS TRABALHOS
166 ALMANAQUE DO THEATRO 1906-1907, organizado por Adhémar Barbosa Romêo. Contendo variada collaboração de Artur Azevedo, Olavo Bilac, Coelho Netto 
Rio de Janeiro, Typ. da Pap. Portella, 1906 — Ano I.
S.L.R.
24
167 ATHLETICA; revista litteraria, artística, esportiva.
Rio de 
Janeiro. Anno I — n. 1 — 6 fev. 1920.
Diretor: Coelho Netto (n. 1-32)
S.L.R.
168 LELLO UNIVERSAL... novo dicionário encyclopédico luso brasileiro, organizado e publicado pela Liv. Lello sob a direção de João Grave e Coelho Netto... Pôrto, Liv.
Lello. 2 v.
S.Mss.
16 9 Pôrto, Liv. Lell0 I 19— ! 4 v. ilus.
S.R.
170 O MEIO, social, politico, litterario e artístico. Rio de Janeiro.
Anno I —, n. 1— , 17 ag. 1889.
Redatores: Paula Ney, Coelho Netto, Pardal Mallet.
A Biblioteca Nacional possue os n. 1, 4 e 13.
S.L.R.
171 A POLITICA; revista combativa illustrada. Rio de Janeiro.
Anno MI, n. 1-37; 24 abril 1918 — 10 ian. 1919.
Diretores: João Rodrigues (n. 1-6) e Coelho Neto (n. 7-37)
S.L.R.
BIBLIOGRAFIA
172 ABREU, Modesto de — "Quebranto". Revista do Teatro
S.B.A.T. Rio de Janeiro. Ano 36, n. 295, jan.-fev. 1957.
S.M.
173 — o teatro de Coelho Netto. Revista de Teatro. S.B.A.T.
Rio de Janeiro. Ano 36, n. 295, jan.-fev. 1957.
S.M.
174 ALBUQUERQUE, Mateus de — Coelho Neto. In: As bellas
attitudes. Rio de Janeiro, Ariel | 193— I p. 139-146.
B.N.
25
175 ARARIPE JÚNIOR, Tristão de — O movimento literário do
ano de 1893, p. 166-170. In: Obra crítica... v. 3. [Rio de
Janeiro] Casa de Rui Barbosa, 1963.
B.N.
176 ASSIS, Joaquim Maria Machado de — Dois juizos... sobre
Coelho Netto. Autores e Livros. Rio de Janeiro, v. 4,
n. 12, p. 181, 11 abril 1943.
S.L.R.
177 — A semana... Ed. coligida por Mario de Alencar. Rio
de Janeiro, Paris, Liv. Garnier [pref. 1910] p. 168, 242,
253, 420-422.
B.N.
178 AZEVEDO, Fernando de — Coelho Neto. In: Ensaios. São
Paulo, Melhoramentos, 1929. p. 175-192.
B.N.
179 BELO, José Maria — A obra de Coelho Netto. Autores e
Livros. Rio de Janeiro, v. 4, n. 12, p. 185, 11 abril 1943.
S.L.R.
180 BROCA, José Brito — Coelho Neto e Artur Azevedo. Revista
do Livro. Rio de Janeiro, n. 12, p. 193-194, dez. 1958.
S.R.
181 — Coelho Neto em Ouro Preto. Leitura. Rio de Janeiro. Ano
17, n. 17, p. 12-14, nov. 1958.
S.P.
182 Coelho Neto, romancista. In: O romance brasileiro,
coordenação de Aurélio Buarque de Holanda. Rio de
Janeiro, O Cruzeiro [1952] p. 223-243.
B.N.
183 No arquivo de Coelho Neto; a correspondência passiva do autor do "Sertão". Revista do Livro. Rio de Janeiro, n. 10, p. 55-83, jun. 1958.
S.R.
184 A vida literária no Brasil — 1900 [Rio de Janeiro] Ministério da Educação e Cultura [1956] 275 p. ilus. [Coleção Letras e artes]
B.N.
26
185 CAMPOS, Humberto de — Coelho Neto; O sr Coelho Neto e o seu estilo. In: Crítica. 1. série. Rio de Janeiro, Ed.
Marisa, 1933. p. 55-62; p. 210-221.
B.N.
186 — Fogo fátuo, de Coelho Neto. In: Crítica. 2. série. Rio de Janeiro, Marisa ed., 1933. p. 148-179.
B.N.
187 — A morte de Coelho Netto. Autores e Livros. Rio de Janeiro.
v. 4, n. 12, p. 182, 11 abril 1943.
S.L.R.
188 — A CIDADE; orgão defensor dos interesses coletivos. Caxias, Maranhão. Ano 1, n. 1, 21 fev. 1964.Número dedicado a Coelho Neto.
C.N.
189 COELHO NETTO, principe dos prosadores. O Malho. Rio
de Janeiro. Ano 17, n. 1336, 21 abril 1928, p. 23-30, 57.
S.P.
190 DANTAS, Paulo — Coelho Neto [São Paulo] Ed. Melhoramentos
[1952] 59 p. ilus. (Grandes vultos das letras, 4).
B.N.
191 DINIZ, Almáquio — Vesperal. Conversas. In : A relatividade
na crítica. Rio de Janeiro, Papelaria Venus [1923] p. 87-94.
B.N.
192 ERSE, Armando, pseud. de João Luso — Coelho Neto em três
esboços íntimos. In : Orações e palestras. Rio de Janeiro,
José Òlympio, 1941. p. 82-105.
B.N.
193 FARIA, Otávio de — Coelho Neto. Revista do Livro. Rio de
Janeiro, n. 3-4-, p. 75-81, dez. 1956.
S.R.
194 FIRMO, José — Coelho Neto. Leitura. Rio de Janeiro. Ano
16, n. 12, p. 8, jun. 1958.
S.P.
27
195 FONTOURA, João Neves da — Coelho Neto (discurso de
recepção na Academia Brasileira) In: Dois perfis [Rio
de Janeiro] Pongeti [1938] p. 43-130.
B.N.
196 — Estudo sobre Coelho Netto (Trecho do discurso de recepção
na Academia Brasileira) Autores e Livros. Rio de
Janeiro, v. 4, n. 12, p. 181, 11 abril 1943.
S.L.R.
197 GALVÃO, Francisco — Em palestra com os immortaes:
Coelho Netto. Revista da Semana. Rio de Janeiro. Ano
34, n. 37, 26 ag. 1933.
S.P.
198 GRIECO, Agripino — Evolução da prosa brasileira. 2. ed.
Rio de Janeiro, José Olympio, 1947. p. 81-83.
B.N.
199 LIMA, Alceu Amoroso — Coelho Neto. In: Primeiros estudos.
Rio de Janeiro, Agir, 1948. p. 47-49.
B.N.
200 — JUÍZO sobre Coelho Netto [por] Tristão de Ataide [pseud.]
Autores e Livros. Rio de Janeiro, v. 4, n. 12, p. 184, 11
abril 1943.
S.L.R.
201 MIGUEL-PEREIRA, Lúcia — Coelho Neto. In: Prosa de ficção,
de 1870 a 1920. 2. ed. rev. Rio de Janeiro, José Olympio,
1957, p. 260-269 (História da literatura brasieira, sob a
direção de Álvaro Lins, v. 12)
B.N.
202 MONITOR CODOENSE; orgcan dos interesses públicos.
Codó, Maranhão. Anno 5, n. 1, 2 jul. 1899.
Número dedicado a Coelho Neto. Exemplar em sêda vermelha.
C.N.
203 MONTELO, Josué — Caminho da fonte. Rio de Janeiro, Instituto
Nacional do Livro, 1959. p. 298-321.
B.N.
28
204 MORAIS, Péricles de — Coelho Neto e sua obra. Pôrto,
Lello, 1926. 272 p.
B.N.
205 NETO, Paulo Coelho, 1902 — Bibliografia de Coelho Neto.
Rio de Janeiro, Ed. Borsoi, 1956. 34 p. ilus.
S.R.
206 — Coelho Neto. Rio de Janeiro, Z. Valverde, 1942. 399 p.
[Biblioteca de grandes biografias]
B.N.
207 — Coelho Neto, biografia para a juventude. Ed. comemorativa
do centenário de nascimento de Coelho Neto. Rio
de Janeiro, Ed. Minerva, 1964. 130 p.
B.N.
208 — Imagem de uma vida, conferência realizada na Academia
Carioca de Letras a 20 de novembro de 1956. Rio
de Janeiro, Ed. Borsoi, 1957. 68 p. ilus.
B.N.
209 — Mosaico. Rio de Janeiro, Ed. Borsoi, 1962. p. 5-48.
C.N.
210 — A obra de Coelho Netto. Autoies e Livios. Rio de Janeiro.
v. 4, n. 12, p. 184-186, 11 abril 1943.
S . L . R .
211 NOTICIA sobre Coelho Netto. Autoies e Livios. Rio de Janeiro.
v. 4, n. 12, p. 177, 11 abril 1943.
S.L.R.
212 OFFICINA LITTER ARI A; orgão da aggremiação "Officina Litteraria".
Beiern. Anno 1, n. 3, 30 jul. 1899.
Numero especial dedicado a Coelho Neto.
213 QUAL é o principe dos prosadores brasileiros? O Malho
Rio de Janeiro. Ano 17, n. 1334, 7 abril 1928, p. 14-16.
S.P.
29
214 REVISTA DO FLUMINENSE F. C. Rio de Janeiro. 21 fev.
1964.
Número especial em homenagem ao Centenário de Coelho Neto.
C.N.
215 RIBEIRO, João — A Coelho Netto. Autores e Livros. Rio de
Janeiro, v. 4, n. 12, p. 182, 11 abril 1943.
S.L.R.
216 O SABIÁ; livros, patria e liberdade. Therezina. Anno 1,
n. 5, 28 jun. 1899.
Número dedicado a Coelho Neto. Exemplar em sêda.
C.N.
217 SOUSA, José Galante de — O teatro no Brasil, v. 2.
Rio de 
Janeiro, Instituto Nacional do Livro, 1960. p. 180-183.
S.R.
218 TAVARES, Adelmar — Ouvindo Coelho Netto. Autores e
Livros. Rio de Janeiro, v. 4, n. 12, p. 179, 11 abril 1943.
S.L.R.
219 VERÍSSIMO, José — Estudos de literatura brasileira. 1. série.
Rio de Janeiro, Garnier, 1901, p. 242-250.
B.N.
220 6. série. Rio de Janeiro, Garnier, 1907. p. 250-254.
B.N.
221 VITORINO, Eduardo — Coelho Netto. In: Actores e actrizes...
Rio de Janeiro, A Noite [1937] p. 198-202.
B.N.
CORRESPONDÊNCIA PASSIVA
222 NETO, Henrique Coelho, 1864-1934 — Corresoondência passiva.
.. Anais da Biblioteca Nacional, v. 78, 1958.
Rio de 
Janeiro, Divisão de Publicações, 1963.
B.N.
30
Casa da rua Coelho Netto, 79, onde residiu o escritor. Assinaladas, no andar térreo, as três janelas do gabinete de trabalho e uma das placas de bronze com o nome da rua.
DOCUMENTÁRIO
223 APARELHO de barbear que pertenceu a Coelho Neto.
C.N.
224 CANETA com que Coelho Neto habitualmente escrevia.
C.N.
225 CARTÃO de visitas de Coelho Neto.
C.N.
226 CARTÃO para correspondência com o monograma de Coelho
Neto.
C.N.
227 CARTEIRA de Coelho Neto como Sócio do Fluminense Football
Club.
C.N.
228 CARTEIRA de identidade de Coelho Neto, tirada em 27 de
maio 1913.
C.N.
229 CLICHÉ da casa da rua Coelho Neto, 79, esquina de Pinheiro Machado,
nde residiu o escritor durante 30 anos: 1905
1934.
C.N.
230 DIPLOMA de "Grand Officier de l'Ordre de la Couronne" da Bélgica concedido a Coelho Neto, em 8 out. 1918.
C.N.
231 EX-LIBRIS do Club Municipal comemorativo do centenário de Coelho Neto.
Des. de Alberto Lima.
C.N.
232 CONDECORAÇÃO de Grande Oficial da Ordem da Coroa da Bélgica, conferida a Coelho Netto pelo rei Alberto IC.
N.
233 ÓCULOS que pertenceram a Coelho Neto.
B.N.
31
234 POEMA a Coelho Neto, homenagem da Sociedade Particular "Charites".
S. Luiz do Maranhão, 13 de junho de 
1899. 1 p. em sêda verde. C.N.
235 SÊLO e carimbo do Departamento de Correios e Telégrafos, comemorativos do centenário de Coelho Neto.
C.N.
236 SINETE com o monograma de Coelho Neto.
C.N.
237 O VOTO de Coelho Neto para o Principe dos Prosadores Brasileiros. O Malho.
Rio de Janeiro. 21 abril 1928, p. 24.
S.P.
ILUSTRAÇÕES
238 ASPECTO parcial do Gabinete de Coelho Neto.
C.N.
239 COELHO NETO abrindo uma gaveta onde guardava autógrafos
O Malho. Rio de Janeiro. 21 abril 1928, p. 27
y S.P.
240 COELHO NETO, caricatura de Guevara. O Malho.
Rio de 
Janeiro. 17 mar. 1928, p. 11.
S.P.
241 COELHO NETO, diretor do Fluminense Foot-ball Club, no teatro Republica com um grupo de diretores, jogadores e oradores junto à taça oferecida pelo '"O Imparcial" ao
Fluminense. A politica.
Rio de Janeiro, n. 12, 12 jul. 
1918. S.L.R.
242 COELHO NETO discursando no enterro de Olavo Bilac. A politica.
Rio de Janeiro, n. 36, 3 jan. 1919.
y S.L.R.
243 COELHO NETO e o Dr. Oswaldo de Souza e Silva, redator chefe de "O Malho".
O Malho. Rio de Janeiro. 21 de 
abril 1928, p. 27. S.P.
32
244 COELHO NETO em seu gabinete, sentado, dando uma entrevista.
Revista da Semana. Rio de Janeiro. Ano 34, n. 37,
26 ag. 1933.
S.P.
245 COELHO NETO em sua biblioteca, de pé, encostado ao
piano. Revista da Semana. Rio de Janeiro. Ano 34,
n. 37, 26 ag. 1933.
S.P.
246 COELHO NETO na Câmara. A politica.
Rio de Janeiro. 
n. 2, 1 maio 1918, capa.
S.L.R.
247 COELHO NETO num grupo de artistas e jornalistas assistindo à leitura de uma peça feita pelo poeta Oscar Lopes à Cia. Dramatica Artur Azevedo no Teatro Nacional. In :
Broca, José Brito. A vida literrária no Brasil-1900 | Rio de Janeiro, Ministério da Educação e Cultura | 1956 | p. 96.
B.N.
248 COELHO NETO, por Alberto Lima. Revista da Semana.
Rio 
de Janeiro. Ano 34, n. 37, 26 ag. 1933.
S.P.
249 COELHO NETO, por Epstein. Leitura.
Rio de Janeiro, Ano 
16, n. 12, p. 8, jun. 1958.
S.P.
250 O PRINCIPE dos Prosadores Brasileiros visto pelos caricaturistas de "O Malho":
J. Carlos, Guevara, Fritz, Delpino, 
Alvarus, Audax e Edmir Pederneiras. O Malho.
Rio de 
Janeiro. 14 abril 1928, p. 30.
S.P.
251 COELHO NETO proferindo discurso em comemoração da fundação da cidade do Rio de Janeiro, em presença do prefeito Serzedelo Corrêa, Ministro de Portugal e outras
pessoas. Fon-Fon. Rio de Janeiro. Ano 4, n. 5, 29 jan. 1910.
S.P.
33
S H ^ P
252 COELHO NETO saudando Alcindo Guanabara em um almoço íntimo oferecido ao grande jornalista. Fon-íon.
Rio 
de Janeiro. Ano 3, n. 30, 24 jul. 1909.
S.P.
253 COELHO NETO saudando Rui Barbosa. A politica.
Rio de 
Janeiro, n. 17, 16 ag. 1918, capa.
S.L.R.
254 COELHO NETO sentado à sua mesa de trabalho. O Malho.
Rio de Janeiro. 21 abril 1928, p. 25.
S.P.
255 LEITO de morte de Coelho Neto.
C.N.
256 "A LITERATURA representada por Coelho Neto, a POLÍTICA por Medeiros e Albuquerque, A DIPLOMACIA por Tomaz Lopes e a MOCIDADE ACADÉMICA pelo Godoy". Fon-Fon.
Rio de Janeiro. Ano 3, n. 40, 2 out. 1909.
S.P.
257 RETRATOS de sua esposa Gaby e suas três filhas: Zita, Violeta e Dina. O Malho. Rio de Janeiro. 21 abril 1928,
p. 26.
S.P.

COMPOSTO E IMPRESSO
NAS OFICINAS DA
G R Á F I C A O L Í M P I C A E D I T Ô RA
LUIZ FRANCO
RIO DE JANEIRO - (BRASIL)"

_________________________________
Obs: Imagens de Coelho Neto e dados gerais:
Pesquisados na Internet e em arquivos ECGD.
______________________________________________


Brasil, 21 de fevereiro de 2014
Fundação Espaço Cultural Gonçalves Dias - ECGD
ARTFORUM Brasil XXI - MA

*
1º Núcleo do Museu de Arte de Caxias "Nancy Guimarães Costa"

*
Livraria e Cia. do Livro Azul
*
*Presidente: Comendador Francisco Félix Costa
*Vice presidente: Sr. José Lino Costa Félix
*

*Diretora do Depto de Assuntos Científicos:
Profa. Dra. Maria de Fátima Felix Rosar
*

Diretora do Depto de Cultura e Comunicação:
Profa. Ana Maria Costa Felix Garjan

----
Contato por e-mails:
mffrosar@uol.com.br
anafelixgarjan.artes2010@gmail.com
jlcfelix@gmail.com