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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Coelho Netto: 150 anos - homenagem da Fundação 'Espaço Cultural Gonçalves Dias' - ECGD


Poster  em homenagem aos 150 anos de Coelho Neto.
  
A Fundação ESPAÇO CULTURAL GONÇALVES DIAS - Ano I, registra sua homenagem à memória cultural do importante escritor e político caxiense, Coelho Netto, nesta data, 21 de fevereiro de 2014, que celebra os 150 anos do seu nascimento, na cidade de Caxias - Maranhão, em 21 de fevereiro de 1864. Ele faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 28 de novembro de 1934.

Síntese sobre Coelho Netto

Seus pais foram: Antônio da Fonseca Coelho, português, e Ana Silvestre Coelho, índia. 
Coelho Neto casou-se em 1890, com Maria Gabriela Brandão, filha do educador Alberto Brandão. Seu casamento foi realizado logo após a Proclamação da República, e o casal teve como padrinho, o Presidente Deodoro da Fonseca.
Eles tiveram treze filhos, mas somente sete sobreviveram.

Henrique Maximiano Coelho Netto foi professor, político, poeta, romancista, contista, crítico, teatrólogo e memorialista. Ele é fundador da Cadeira nº 2 da Academia Brasileira de Letras, que tem como patrono Alvares de Azevedo.

Sobre sua trajetória intelectual

Coelho Netto matriculou-se na Faculdade de Direito em 1883, em São Paulo. Depois transferiu-se para Recife, por problemas políticos com alguns amigos da época. Fez o 1º ano de Direito onde teve como seu principal mestre, Tobias Barreto.

Regressando a São Paulo entregou-se às idéias abolicionistas e republicanas. Ele fez parte do grupo de Olavo Bilac, Luís Murat, Guimarães Passos e Paula Ney. A história dessa geração apareceria depois no seu romance A Conquista (1899). Tornou-se companheiro de José do Patrocínio, na campanha abolicionista.

Ingressou na "Gazeta da Tarde", depois foi trabalhar na "Cidade do Rio", onde exerceu o cargo de secretário. A partir dessa época iniciou a publicação dos seus trabalhos literários.

Ele foi nomeado para o cargo de secretário do Governo do Estado do Rio de Janeiro e, no ano seguinte, Diretor de Negócios do Estado. Em 1892, foi nomeado professor de História da Arte na Escola Nacional de Belas Artes, depois foi professor de Literatura do Ginásio Pedro II. Em 1910 foi nomeado professor de História do Teatro e Literatura Dramática da Escola de Arte Dramática, sendo depois diretor dessa importante escola.

Exerceu diversos cargos para os quais era convidado, e entre diversas atividades ele se dedicava a escrever para revistas e jornais da época, no Rio como em outras cidades, além de assinar trabalhos com seu próprio nome, escrevia sob os pseudônimos: Anselmo Ribas, Caliban, Ariel, Amador Santelmo, Blanco Cabarro, Charles Rouget, Democ, N. Puck, Tattarin, Fur-Fur, Manés.

Coelho Netto desenvolveu todos os gêneros literários, e por anos foi o escritor mais lido no Brasil. Em 1928 foi eleito Príncipe dos Prosadores Brasileiros, num concurso realizado pelo "Malho". Ele era considerado por seu filho Paulo Coelho Neto, um escritor e político que possuía "o mais rico vocabulário da língua, calculado em 20 mil palavras".

Literatura de Coelho Netto
Contos e romances
Rapsódias, contos (1891); A capital federal, romance  (1893);
Baladilhas, contos (1894); Praga (1894); Fruto proibido, contos 
(1895)Miragem, romance (1895); O rei fantasma, romance (1895); Sertão (1896); Inverno em flor, romance (1897), Álbum de Caliban, contos (1897); A descoberta da Índia (1898); O morto, romance (1898); Romanceiro (1898); Seara de Rute (1898);A descoberta da Índia, narrativa histórica (1898); O rajá do Pendjab, romance (1898); A conquista, romance (1899); Saldunis (1900); Tormenta, romance (1901); Apólogos(1904); O bico de pena (1904); Água juventa (1905); Treva (1906); Turbilhão, romance (1906); As sete dores de Nossa Senhora (1907); Fabulário (1907); Jardim das Oliveiras (1908); Esfinge (1908); Vida mundana, contos (1909); Cenas e perfis (1910); Mistério do Natal (1911); Banzo, contos (1913); Meluzina (1913);Contos escolhidos (1914); Rei negro, romance (1914); O mistério (1920); Conversas (1922); Vesperal (1922); Amos(1924); Mano, livro da saudade (1924); O povo, romance (1924): Imortalidade, romance (1926); O sapato de Natal(1927); Contos da vida e da morte, contos (1927); Velhos e novos (1928); A cidade maravilhosa, contos (1928); Vencidos(1928); árvore da vida (1929); Fogo fátuo, romance (1929).
Teatro:
Teatro,vol.I: O relicárioAo raio XO diabo no corpo (1911); vol. II: As estaçõesAo luar,IroniaA mulherFim de raça (1907); vol. III: Neve ao solA muralha (1907); vol.IV: Quebranto e Nuvem (1908); vol.V: O dinheiroBonança, O intruso (1918); vol.VI: O patinho tortoA cigarra e a formigaO pedidoA guerraO tangoOs sapatos do defunto (1924).

Crônicas:
O meio (1899); Bilhetes postais (1894); Lanterna mágica; (1898); Por montes e vales(1899); Versa (1917); A política (1919); Atlética (1920); Frutos do tempo (1920); O meu dia (1922);Frechas (1923); As quintas (1924); Feira  livre(1926); Bazar (1928).



Homenagem a Coelho Netto - 150 anos

ECGD / ARTFORUM Brasil XXI


A Fundação 'Espaço Cultural Gonçalves Dias' - ECGD - Ano I e o G. ARTFORUM Brasil XXI - Núcleo do Maranhão, prestam homenagem aos 150 anos de nascimento de Coelho Netto, que foi escritor, poeta, dramaturgo, professor, político, cuja obra foi reconhecida em nível nacional e internacional. 

O Espaço Cultural Gonçalves Dias, localizado nas dependências de uma das últimas residências, com característica colonial do século XIX, em Caxias, divide espaço com a Livraria e Cia. do Livro Azul. Essa livraria, localizada na Rua Coelho Neto, 984, recebeu essa denominação porque o escritor Coelho Neto morou nessa rua, e ele era frequentador assíduo de uma livraria na cidade de Campinas, que se chamava Casa do Livro Azul.

Desse modo, a Família Guimarães Felix Costa, por meio desses espaços de cultura, homenageia Gonçalves Dias e Coelho Neto, para destacar a importância de suas obras e a importância do cultivo de novas gerações de leitoras e leitores, que poderão ser, futuramente, importantes escritores para as novas gerações.

Matéria que conta a história da livraria de Campinas - São Paulo, que inspirou o nome da "Livraria e Cia. do Livro Azul": 
http://pro-memoria-de-campinas-sp.blogspot.com.br/2007/06/curiosidades-casa-livro-azul.html
Brasil, 21 de fevereiro de 2014
Profa. Dra. Maria de Fátima Félix Rosar
Diretora Científica do ECGD

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Programação "COELHO NETO - 150 ANOS" em CAXIAS

A programação comemorativa em homenagem aos 150 anos de nascimento do escritor caxiense Coelho Neto, foi organizada pelo Instituto Histórico e Geográfico de Caxias - IHGC, em conjunto com a Academia Caxiense de Letras - ACL, que é considerada a "Casa de Coelho Neto".

INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE CAXIAS - 150 ANOS DE COELHO NETTO - 21 de fevereiro de 2014

PROGRAMAÇÃO 

MANHÃ:
08h – Hasteamento de Bandeiras
(Sede do IHGC)
09h – Exposição de Livros de Coelho Netto
(Sede da Academia Caxiense de Letras - ACL)
TARDE:
14h – Exposição de Livros de Coelho Netto (continuação)
(Sede da ACL)
16h – Visita de Acadêmicos e Estudantes à Casa de Nascimento de Coelho Netto 
(saída: Sede do IHGC)
17h - Colocação de Coroa de Flores no Local do Busto do Escritor, na Praça do Panteon
NOITE:
19h – Palestras: “Coelho Netto e Caxias” – Prof. Jacques Medeiros
20h - “Vida e Obra de Coelho Netto” – Prof. Eulálio Leandro 

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HOMENAGEM HISTÓRICA A COELHO NETO 150 ANOS, PELO ESPAÇO CULTURAL GONÇALVES DIAS-ECGD e pelo GRUPO ARTFORUM BRASIL XXI - MA.


Considerando a importância literária dessa dada para o cenário literário e cultural caxiense, maranhense e brasileiro, o Depto de Cultura e Divulgação do Espaço Cultural Gonçalves Dias, reproduz, publica e divulga um dos mais importantes documentos:

"EXPOSIÇÃO COMEMORATIVA DO CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE COELHO NETTO", que foi planejada e organizada pela SEÇÃO DE EXPOSIÇÕES da BIBLIOTECA NACIONAL, RIO DE JANEIRO - MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA, em 9 de SETEMBRO de 1964.




"ABREVIATURAS

C.N. Família Coelho Neto

E.N.M. Escola Nacional de Música

B.N. Biblioteca Nacional (acervo geral)

S.L.R. Seção de Livros Raros

S.M. Seção de Música

S.Mss. Seção de Manuscritos
S.P. Seção de Periódicos
S.R. Seção de Referência

•A
» Biblioteca Nacional, ao promover a exposição Coelho Neto, se tem em vista o centenário de nascimento do escritor, cumpre também o dever de documentar — em matéria por assim dizer viva — o seu trabalho intelectual. Êste ano, nos "Anais", já a Biblioteca Nacional publicou a sua correspondência passiva. Justificam-se, porém, o interêsse e o carinho para com Coelho Neto em consequência, não apenas de sua colocação literária, mas de sua permanente contemporaneidade na inteligência brasileira.
-
•D
Em sua volta, após mais de quarenta anos de intransigente condenação à sua obra novelística, o que se prova em Coelho Neto é não ser possível destruir-se um ficcionista à sombra de opiniões apaixonadas e preconceitos literários. Seus romances — "Miragem" ou "O Morto", "Tormenta" ou "O Rei Negro" — tornaram-se alvo de uma revolução que, desejando afirmar-se, nêles concentrou uma tradição que precisava ser afastada. No processo crítico que se ergueu, ao tempo em que novas experiências novelísticas se realizavam e vingavam novos tratamentos estéticos, a acusação se fez por demais agressiva para que hoje a possamos aceitar como um julgamento. Não permitiram, ao menos, uma defesa. E, precisamente porque interessada em condenar e não discutir, sempre evitando o debate na acusação, é que hoje reconhecemos o equívoco entre os modernistas e Coelho Neto.

Houvesse um método de auscultação crítica acima do processo revolucionário literário e outro teria sido o comportamento face à obra novelística de Coelho Neto. Hoje, porém, quando a crítica empreende a revisão através de elementos seguros de análise, anula-se o equívoco quanto mais que — considerando-se as recentes conquistas na novelística — os modernistas e Coelho Neto se encontram dentro do mesmo círculo.

Demonstra-se em verdade que, no sentido do tempo, há sempre o encontro acima das experiências estéticas das gerações. Concentram-se as escolas e os caminhos em uma só afirmação. E, em sua sobrevivência, nessa atualidade que corresponde ao julgamento e a duração, Coelho Neto é o exemplo. Esta exposição, pois, promovida pela Biblioteca Nacional, tem uma excepcional razão de ser.

ADONIAS FILHO
DIRETOR GERAL

AUTÓGRAFOS

1 NETO, HENRIQUE COELHO, 1864-1934. — BILHETE a Capistrano, desfazendo um pequeno mal-entendido e reclamando sua amizade. 26 nov. 1898.
S.Mss
la BILHETE a Capistrano, pedindo-lhe enviar uns volumes com seus agradecimentos ao João Lopes. 27 out. 1893
S.Mss.
lb BILHETE a Capistrano de Abreu, pedindo seu auxílio para "compor o arcabouço de um livro futuro". 12 agosto (sem ano). 
S.Mss. 
CARTÃO a João Capistrano de Abreu, informando que está resolvido a escrever o livro para a editora Francisco Alves. Rio de Janeiro, 15 de outubro de 1895. 1 f.
S.Mss.
2 CARTA a João Carlos Rodrigues, descrevendo o seu estado de saúde e solicitando ser incluído no número dos colaboradores literários da página dos domingos. 20 de julho
de 1893. 1 f.
S.Mss.
3 CARTA a Nepomuceno comentando o seu "Auto Pastoral", descrevendo cenas e pedindo-lhe para "fazer o melodrama para a narração do pastor". Campinas, 26 novembro
1903 * E- N - M -
4 CARTA a Nepomuceno comunicando que apresentou um projeto de creação de um "Instituto de Educação Artística" em Campinas; pede-lhe a música para "As estações" e
também para que enviasse algumas de suas composições de canto.
Campinas, 9 março 1902. 1 f.
E.N.M.
9
5 CARTA a Nepomuceno comunicando que vai montar "Mysterio" de Natal e a cena capital — em Bethlen — é dele. Convida-o, também, a vir a Campinas para a estréia.
Campinas, 2 outubro 1903.
E.N.M.
6 CARTA a Nepomuceno dando notícias sobre o "Auto".
Campinas, 
6 novembro 1903.
E.N.M.
7 CARTA a Alberto Nepomuceno elogiando o seu "Hino do Ceará" e fazendo referência à sua projetada "Pastoral".
Campinas, 3 setembro 1903.
E.N.M.
8 CARTA a Alberto Nepomuceno comentando com entusiasmo, a colaboração musical de Nepomuceno em "Auto pastoral".
Campinas, 21 novembro 1903.
E.N.M.
9 CARTÃO de Nepomuceno a Coelho Neto. B. Aires, 3 julho
1913. S.Mss.
10 CARTÃO a Raul pedindo-lhe um favor. 23 out. 1909. 1 f.
S.Mss.
11 CARTÃO de Nepomuceno a Coelho Neto, enviando um exemplar de Ártemis, impresso. Rio, 31 março 1919.
S.Mss.
12 CONTRATO com o editor Romualdo dos Santos para a edição de "Contos escolhidos". 20 jul. 1912. 1 p.
C.N.
13 CONTRATO com o editor Romualdo dos Santos para aedição do livro "Vergas". 10 abril 1915. 1 p.
C.N.
14 PELO amor; poema dramatico em 2 actos. 106 p.
C.N.
15 OS POMBOS. 7 f.
S.Mss.
10
I M P R E S S O S
COLETÂNEAS
16 AUTORES E LIVROS; suplemento literário de "A Manhã".
Rio de Janeiro. Ano 3, v. 4, n. 12, 11 abril 1943.
Número dedicado a Coelho Neto.
S.L.R.
17 NETO, Henrique Coelho, 1864-1934 — Coelho Neto... [Apresentação e compilação] por Octávio de Faria.
Rio de 
Janeiro, 1958. 129 p. ilus. (Nossos clássicos, 15).
B.N.
18 — Inteligência de Coelho Neto [Compilação e introdução de] Chermont de Britto.
Rio de Janeiro, Alba, 1936. 175 p.
B.N.
19 — Obra seleta. Introd. geral: Herman Lima: Coelho Netto, as duas faces do espelho; Paulo Coelho Netto: Imagem de uma vida... Nota preliminar por Brito Broca. Rio de
Janeiro, J. Aguilar, 1958 — 3 v. ilus. [Biblioteca luso brasileira. Série brasileira, 5] Os v. 2 e 3 ainda não foram publicados. B.N.
20 — Páginas escolhidas; selecionadas e prefaciadas por Paulo Coelho Netto.
Rio de Janeiro, Vecchi [1954] 347 p.
B.N.
2 1 selecionadas, prefaciadas e anotadas por Paulo Coelho Netto. 2. ed., ampliada.
Rio de Janeiro, Liv. 
S. José, 1957. 275 p. ilus.
B.N.
ROMANCES E NOVELAS
22 NETO, Henrique, 1864-1934 — A árvore da vida.
Rio de Janeiro,
Liv. Pimenta de Melo, 1929. 75 p.
B.N.
23 — A capital federal (impressões de um sertanejo) [por Anselmo Ribas, pseud.] Rio de Janeiro, O Paiz, 1893.
317 p. B.N.
11
2 4 3. ed. ampliada, rev. Rio de Janeiro, Laemert, 1899.
232 p. B- N -
2 5 4 ed. Porto, Liv. Chardron, 1915. 324 p. ilus.
B.N.
26 — A conquista. 2. ed. Porto, Lello, 1913. 438 p. ilus.
B.N.
27 — Esphinge. Porto, Lello, 1908. 281 p. ilus.
B.N.
2 8 2. ed. Porto, Leio & irmão, 1920. 232 p. ilus.
B.N.
29 _ Fogo fatuo. Porto, Lello, 1929. 403 p. ilus.
B.N.
30 — Immortalidade, novella... Rio de Janeiro, Off. graph. do Jornal do Brasil, 1923. 215 p.
B.N.
3 1 lenda. Porto, Lello, 1925. 332 p. ilus.
B.N.
32 Innocencio innocente. Rio de Janeiro [19 ] 80 p. ilus.
(Album de Caliban) B.N.
33 _ Inverno em flor. 2. ed. Porto, Lello, 1912. 413 p. ilus.
B.N.
3 4 II da série. Rio de Janeiro, Laemmert, 1897. xi,
377 p. (Collecção "Alva")
B.N.
35 _ Miragem [por Coelho Netto (Anselmo Ribas)]
Rio de 
Janeiro, D. de Magalhães, 1895. 390 p.
B.N.
3 6 2. ed. Porto, Lello, 1909. 343 p. ilus.
B.N.
37 — O mysterio [por... Afrânio Peixoto, Medeiros e Albuquerque e Viriato Corrêa] S. Paulo, Monteiro Lobato,
1920. 317 p. B- N -
12
3 8 S. Paiilo, Ed. Nacional, 1928. ix, 275 p.
B.N.
39 — O morto (memorias de um fuzilado)
Rio de Janeiro.
Laemmert, 1898. 277 p.
B.N.
4 0 2. ed. Porto, Lello, 1912. 322 p. ilus.
B.N.
41 — O paraiso, excelsa fantasia.
Rio de Janeiro, Laemmert, 
1898. 215 p. B.N.
4 2 2. ed. definitiva. Porto, Lello, 1926. 267 p. ilus.
B.N.
43 — O Polvo. Propriedade do Jornal do Commercio...
S. 
Paulo [Casa Mayença] 1924. 214 p.
C.N.
44 — Praqa. Rio de Janeiro, J. Cunha, 1894. 115 p.
S.L.R.
45 — O rajah do Pendjab. Rio de Janeiro, Laemmert, 1898.
2. v.
B.N.
46 — O rei fantasma [por Coelho Netto (Anselmo Ribas)]
Rio de Janeiro, D. de Magalhães, 1895. 300 p.
B.N.
47 — Rei negro, romance barbaro. Porto, Lello, 1914. 461 p. ilus. B.N.
4 8 2. ed. Porto, Lello, 1926. 302 p. üus.
B.N.
49 —Rey negro, novela barbara. Traduccion... por Luis Onetti Lima. Buenos Aires, Claridad [1938] 278 p.
B.N.
50 — Macambira, roman brésilien; traduit par Ph. Lebesgue et M. Gahisto, couverture de Chas Laborde.
Paris, 
l'Edition Française Illustrée [c 1920] 283. p. [Collection littéraire des romans étrangers] Título original: Rei negro. B.N.
13
51 — Tormenta. Rio de Janeiro, Laemmert, 1901. 271 p. Romance publicado, em parte, na Revista Brasileira, sob o título "Agareno".
B.N.
5 2 2. ed. Porto, Leio, 1915. 343 p. ilus.
B.N.
5 3 3. ed. Porto, Lélo, 1924. 264 p. ilus.
B.N.
54 — Turbilhão. Rio de Janeiro, Laemmert, 1906. 373 p.
B.N.
5 5 3. ed. Porto Lélo, 1925. 344 p. ilus.
B.N.
5 6 Ed. do Centenário [Rio de Janeiro] Ed. O Cruzeiro
[1964] 301 p. ilus.
B.N.
CONTOS
57 NETO, Henrique Coelho, 1864-1934 — A bico de penna, fantasias, contos e perfis 1902-1903. Porto, Lello, 1904. 398 p.
B.N.
5 8 2. ed. Porto, Leio, 1919. 379 p. ilus.
B.N.
59 — Agua de juventa. Porto, Lello, 1904. 409 p.
B.N.
60 — Album de Caliban. Rio de Janeiro [etc.] Laemmert <S ca., 1897-98. 4 t. em 2 v.
S.L.R.
61 — Amor. Bello Horizonte, Typ. Oliveira Costa, 1924. 16 p.
B.N.
62 — Apologos; contos para creanças.
Campinas, Castro 
Mendes & Irmão, 1904. 158 p.
S.L.R.
14
6 3 4. ed. Porto, Leio, 1924. 243 p. ilus.
B.N.
64 — Balladilhas... Rio de Janeiro, D. Magalhães, 1894. 286 p.
B.N.
6 5 Ed. definitiva. Porto, Liv. Chardron de Leio & irmão,
ltda., 1922. 246 p. ilus.
B.N.
6 6 3. ed. Porto, Leio, 1924. 246 p. ilus.
B.N.
67 — Banzo. Porto, Liv. Lello, 1912. 210 p.
B.N.
6 8 2. ed. Porto, Liv. Chardron, 1927. 218 p. ilus.
B.N.
69 — Brasilian tales; trans, from the Portuguese with an introduction...
Boston, The Four seas co„ 1921. 149 p.
B.N.
70 — Scenas e perfis. Rio de Janeiro, H. Gamier, 1910. 226 p.
B.N.
7 1 Ed. definitiva. Porto, Lello, 1925. 286 p. ilus.
B.N.
72 — A cidade maravilhosa. S. Paulo, Comp. Melhoramentos
[192 ] 159 p.
B.N.
73 — Contos da vida e da morte. Porto, Lello, 1927. 228 p. ilus.
B.N.
74 — Contos escolhidos. Bahia, Liv. Catilina, 1913. 475 p.
B.N.
7 5 Bahia, Liv. Catilina, 1914. 475 p.
B.N.
76 — Conversas (contos dialogados)
Rio de Janeiro. Annuario 
do Brasil [1922] 257 p.
B.N.
15
77 — Fctbulario. Porto, Lello, 1907. 246 p. ilus.
B.N.
7 8 2. ed. Porto, Leio, 1919. 242 p. ilus.
B.N.
7 9 3. ed. Porto, Leio, 1924. 220 p. ilus.
B.N.
80 — Fructo prohibido [por Anselmo Ribas (Coelho Netto)]
Rio de Janeiro, D. de Magalhães, 1895. 199 p.
B.N.
81 — Jardim das oliveiras. Porto, Lello, 1908. 257 p.
B.N.
8 2 2. ed. Porto, Lello [19 ] 260 p. ilus.
B.N.
83 — Melusina. Rio de Janeiro, H. Garnier [1913] 128 p.
B.N.
8 4 2. ed. augm. Rio de Janeiro, Liv. Garnier [1923]
144 p. (Collecção dos autores celebres da literatura brasileira). B.N.
85 — Rhapsodias... Rio de Janeiro, Imp. Lombaerts, Mare Ferrez, 1891. 172 p.
B.N.
8 6 2. ed. Rio de Janeiro, H. Garnier, 1911. 138 p.
B.N.
87 — Romanceiro. Rio de Janeiro, Laemmert, 1898. 200 p.
(Collecção Alva)
B.N.
8 8 Ed. definitiva consideravelmente augmentada.
Porto, 
Lello, 1906. 231 p. ilus.
B.N.
8 9 3. ed. Porto, Leio, 1924. 253 p. ilus.
B.N.
10 — O sapato de natal; ilus. de J. Carlos.
Rio de Janeiro, 
Almeida & Torres. 38 p. (Collecção "Gaby")
B.N.
16
91 — Seara de Ruth [por Anselmo Ribas (Coelho Neto)]
Rio 
de Janeiro, D. Magalhães [1898] 141 p.
B.N.
92 — Sertão, I da serie. Rio de Janeiro, Typ. Leuzinger, 1896.
467 p. (Collecção "Alva")
B.N.
9 3 4. ed. Porto, Leio, 1921. 352 p. ilus.
B.N.
9 4 5. ed. Porto, Leio, 1926. 314 p. ilus.
B.N.
95 — Wildnis, Novellen von Coelho Netto; autorisierte Übersetzung aus dem Brasilianisch-Portugiesischen von Martin Brusot.
Berlin, E. Fleischel, 1913. 245 p.
B.N.
96 — Treva. Paris, H. Garnier [1905] 349 p.
B.N.
9 7 3. ed. Porto, Lélo, 1921 ? 343 p.
B.N.
98 — Der tote Kollektor, Novellen aus der Welt des grauens von Coelho Netto; autorisierte Übersetzung aus dem Brasilianisch- Portugiesischen von Martin Brussot. Berlin, E.
Fleischel, 1915.
B.N.
99 — Velhos e novos. Porto, Lélo, 1928. 210 p. ilus.
B.N.
100 — Vencidos. Porto, Lélo, 1928. 264 p. ilus.
B.N.
101 — Vesperal. Rio de Janeiro, Liv. Leite Ribeiro, 1922. 178 p.
B.N.
10 2 2. ed. Porto, Lelo, 1928. 262 p. ilus.
B.N.
103 — Vida mundana. Rio de Janeiro, H. Garnier [1909] 130 p.
B.N.
17
TEATRO
104 NETO, Henrique Coelho, 1864-1934 — Teatro... Porto, Lello, 1907-24. 6 v. Conteúdo: — I. O relicário. Os raios X. O diabo no corpo. — II. As estações. Ao luar. Ironia. A mulher. Fim de Raça. — III. Neve ao sol. A muralha. —
IV. Quebranto. Nuvem. — V. O dinheiro. Bonança e o Intruso. — VI. O patinho torto. A cigarra e a formiga. O pedido. A guerra. O tango. Sapatos de defunto.
B.N.
105 — Theatro infantil; comedias e monologos em prosa e em verso [por Olavo Bilac e Coelho Netto] 2. ed. Rio de Janeiro, F. Alves, 1910. 174 p. [Biblioteca infantil]
B.N.
106 — Artemis, episodio lyrico; musica de Alberto Nepomucen o . . .
Rio de Janeiro, F. de Vasconcelos, Morand [1898]
22 p.
B.N.
10 7 Episodio lyrico em um acto. Versão franceza d'Ivan d'Hunac e Luiz de Castro, musica de Alberto Nepomuceno.
Rio de Janeiro, Vieira Machado & cia.
1 1914 | Partitura (68 p.)
E.N.M.
10 8 Épisode lyrique en un a c t e . . . musique de Alb. Nepomuceno.
20 p. Cópia manuscrita do compositor.
E.N.M.
109 — O desastre, peça em 3 actos...
Rio de Janeiro, 1923.
88 p.
B.N.
110 — Fogo de vista, comedia em 3 actos...
Rio de Janeiro,
Off. Graph. do "Jornal do Brasil", 1924. 87 p.
B.N.
111 — Hóstia, bailada em 1 acto, em prosa rythmica; musica de Delgado de Carvalho... Rio de Janeiro, Fertin de Vasconcellos,
Morand [1898] 35 p.
B.N.
18
112 — Pastoral; evangelho em 1 prologo e 3 quadros.
Lisboa, 
Tavares Cardoso, 1905. 103 p. ilus.
B.N.
H2a Ed. definitiva. Porto, Liv. Chardron, de Lélo & Irmão
Ida., 1923. 116 p.
S.M.
11 3 Epizódio do Natal, 3.° atto: Em Bethleem.
Partitura 
original, manuscrito do próprio punho do compositor.
42 p.
E.N.M.
114 — Pelo amor! Poema dramatico em 2 actos, original do Coelho Netto, musica de Leopoldo Miguez.
Rio de Janeiro,
Laemmert, 1897. 62 p.
B.N.
114a Partitura de piano e canto. Leipzig, J. Rieter-Biedermann.
Partitura (72 p.~)
S.M.
115 — Quebranto; comédia em 3 atos. Revista do teatro.
S.B.A.T. Rio de Janeiro. Ano 36, n. 295, jan-fev. 1957.
"Escrita expressamente para a Companhia do Teatro da Exposição Nacional de 1908 e representada em 21 de agosto do mesmo ano".
S.M.
116 — Saldunes; acção legendaria em 3 episodios, música de Leopoldo Miguéz.
Lisboa, Tavares Cardoso & Irmão ed.,
1900. 101 p. B- N -
116a Drama lyrico em 3 actos.| Libreto de Coelho Netto, musica de Leopoldo Miguez, resumo por Luiz de Castro...
Rio de Janeiro, Imp. Mont'Alverne, 1901.
22 p. S.M.
116b — I Salduni, overo "II Tramonto delia Gallia". Drama lirico in 3 atti e Parole di Coelho Netto. Versione ritmica dal testo originale portoghesi di Heitor Malaguti. Musica di
Leopoldo Miguéz. Partitura di canto e piano forte. Riduzione
deli'Au tore. | Leipzig, Ins. Lith. de G. G. Róder |
Partitura 243 p. S- M -
19
CRÔNICAS
117 NETO, Henrique Coelho, 1864-1934 — Às quintas. Janeiro de Janeiro
1921 a Dezembro de 1923. Porto, Lélo, 1924. 422 p.
B.N.
118 — Bazar. Porto, Lello, 1928. 283 p. ilus. B.N.
119 — Bilhetes postaes, 1892-1893 [por Anselmo Ribas (Coelho
Netto)] Rio de Janeiro, D. de Magalhães, 1894. 254 p.
B.N.
120 O evangelho nas selvas... Rio de Janeiro, Centro Pio X
[192 ] 4 p. ilus. B.N.
121 — Feira livre. Porto, Lello, 1926. 218 p. ilus.
B.N.
122 — Frechas. Rio de Janeiro, Liv. F. Alves, 1923. 264 p.
B.N.
123 Frutos do tempo. Bahia, Liv. Catilina, 1919. 416 p.
B.N.
124 O Instituto de protecção e assistência á infanda do Rio de Janeiro; chronica... publicada no supplemento literário do "Correio da manhã" do dia 30 de junho de
1907 .. Rio de Janeiro, Imp. nacional, 1907. 22 p. ilus.
B.N.
125 Lanterna mágica [por Anselmo Ribas (Coelho Neto)]
Rio de Janeiro, D. de Magalhães [1898] 137 p.
B.N.
12S O meu dia (Hebdomadas d'A noite) dezembro de 1918 a dezembro de 1920.
Porto, Leio, 1922. 301 p. ilus.
B.N.
127 _ Versas. Bahia, Liv. Catilina, 1918. 316 p.
NARRATIVAS BÍBLICAS
128 NETO, Henrique Coelho, 1864-1934 — Mysterio do Natal.
Porto, Lello, 1911. 189 p. ilus. B.N.
20
129 — 3. ed. Porto, Liv. Chardron, 1924. 178 p. ilus.
B.N.
130 — As sete dores de N. Senhora, com uma carta de S. Eminência o cardeal arcebispo D. Joaquim Arcoverde.
Rio 
de Janeiro, E. Bevilaqua, 1907. 103 p. ilus.
B.N.
13 1 3. ed. Porto, Leio, 1924. 110 p. ilus. B.N.
NARRATIVA HISTÓRICA
132 — A descoberta da índia. Rio de Janeiro, Laemmert, 1898.
146 p. B.N.
MEMÓRIAS, REMINISCÊNCIAS
133 NETO, Henrique Coelho, 1864-1934 — Canteiro de saudades.
Porto, Lello, 1927. 250 p. ilus.
B.N.
134 — Mano. Rio de Janeiro, Emp. Graphica editora, 1924. 196 p. ilus.
S.L.R.
13 5 2. ed. Porto, Lello, 1928. 152 p. ilus. B.N.
13 6 7. ed. Rio de Janeiro, Organizações Simões, 1956.
138 p. i Obras de Coelho Neto |
B.N.
13 7 Traduit du portugais ,par Georgina Lopes.
Paris, 
R. Corrêa, 1929. 154 p. B.N.
COMPÊNDIO DE LITERATURA
138 — Compendio de litteratura brasileira, segundo o programa do Gynnasio nacional.
Rio de Janeiro, Liv. F. Alves, 1905.
117 p. B.N.
13 9 3. ed. rev. e aum. Rio de Janeiro, Liv. F. Alves, 1929.
177 p. B.N.
21
DISCURSOS E CONFERÊNCIAS
140 NETO, Henrique Coelho, 1864-1934 — Á colonia portugueza
no Brasil e á literatura portugueza... Rio de Janeiro,
Typ. Leuzinger, 1896. 15 p.
S.L.R.
141 — A Portugal [Rio de Janeiro] Off. do Jornal do Brazil
[1921] [13] p. ilus.
B.N.
142 A caridade; conferencia realizada no Theatro Sant'Anna em S. Paulo, no domingo 22 de dezembro de 1901.
S. 
Paulo, Typ. Andrade & Melo, 1902. 17 p.
B.N.
143 — Conferencias litterarias. Rio de Janeiro, H. Garnier, 1909.
146 p.
B.N.
144 — Discours prononcé le 20 o c t . . . Rio de Janeiro, Typ. Bernard
frères, 1917 16 p.
B.N.
145 — Discurso de Coelho Neto pronunciado no Palace Hotel,
em nome da comissão organizadora do banquete offerecido
ao Conde Ernesto Pereira Carneiro (23 de dezembro
de 1919) [Rio de Janeiro, Off. graph. d'A Politica, 192 ]
[15] p.
B.N.
146 — Discurso proferido pelo eminente escritor e romancista sr. dr. Coelho Netto, da Academia Brasileira de Letras, na comemoração do 63.° aniversario do Liceu Literário
Português (10 de setembro de 1931) |
Rio de Janeiro, 
Irmãos Pongetti, 1932 | 19 p.
B.N.
147 — Encyclias [conferencia lida no collegio Baptista em 30 de nov. de 1920]
Rio de Janeiro, Typ. Bohemia, 1921.
23 p.
B.N.
22
148 —Falando... discursos na Camara, discursos litterarios.
Rio de Janeiro, Leite Ribeiro & Maurilio, 1919. 300 p.
B.N.
149 — Livro de prata. S. Paulo, Liv. Liberdade, 1928. 266 p.
B.N.
150 — O mar; conferencia literaria pelo... dr. Coelho Netto, na sede do Clube de Natação e Regatas, em 15 de dezembro de 1917... Rio de Janeiro, Villas-Boas, 1918. 20 p.
S.L.R.
151 — Oração civica. Os empregados do commercio nas commemorações do Centenario. O autographo da bella oração civica escripta por Coelho Neto. (Recorte do Fon-íon, 28-10-1922 e da "A Noite", 7-9-1920).
B.N.
152 _ Orações. S. Paulo, Imp. methodista | 1923? | 224 p.
153 — A palavra, conferencia realisada a 23 de set. de 1905, no Instituto Nacional de Musica. Rio de Janeiro, N. Castellões
[1905] 30 p.
B.N.
154 — Palestras da tarde. Rio de Janeiro, H. Garnier, 1911.
155 — A vida além da morte, conferência realizada no "Abrigo Thereza de Jesus" no dia 14 de setembro de 1924.
Rio 
de Janeiro, Off. graph, de A noite, 1924. 45 p. ilus.
B.N.
156 1925. 62 p. ilus.
B.N
EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA
157 NETO, Henrigue Coelho, 1864-1934 — Alma, educação feminina.
Rio de Janeiro, J. Ribeiro dos Santos, 1911. 158 p.
23
158 — America (educação cívica) Rio de Janeiro, I. Bevilacqua,
1897. 80 p. ilus.
B.N.
159 — Breviário civico... Rio de Janeiro, Ed. "O Norte" [1921?]
168 p.
B.N.
16 0 3. ed. Rio de Janeiro, Org. Simões, 1957.
B.N.
161 — Contos pátrios [para os alunnos das escolas primarias]
por Olavo Bilac e Coelho Netto. Rio de Janeiro, Liv. F.
Alves, 1904. 215 p. ilus. [Biblioteca dos jovens brasileiros]
B.N.
162 — A patria brazileira (para alumnos das escolas primarias) [por Coelho Netto e Olavo Bilac] Rio de Janeiro, Liv. F.
Alves, 1909.
B.N.
16 3 3. ed. Rio de Janeiro, F. Alves, 1911. 287 p. ilus.
[Biblioteca dos jovens brasileiros]
B.N.
16 4 28. ed. Rio de Janeiro, Liv. F. Alves, 1958. 288 p.
ilus. [Biblioteca dos jovens brasileiros]
B.N.
165 — A terra fluminense; educação cívica [por] Coelho Netto e Olavo Bilac. Rio de Janeiro, Imp. Nacional, 1898. 74 p. No fim do vol. há 6 p. manuscritas com a seguinte nota: "Alem da horrorosa edição deixaram de inserir o capitulo "O mar" que devia ocupar o X lugar. Aqui o deixo. Coelho Netto."
S.L.R.
OUTROS TRABALHOS
166 ALMANAQUE DO THEATRO 1906-1907, organizado por Adhémar Barbosa Romêo. Contendo variada collaboração de Artur Azevedo, Olavo Bilac, Coelho Netto 
Rio de Janeiro, Typ. da Pap. Portella, 1906 — Ano I.
S.L.R.
24
167 ATHLETICA; revista litteraria, artística, esportiva.
Rio de 
Janeiro. Anno I — n. 1 — 6 fev. 1920.
Diretor: Coelho Netto (n. 1-32)
S.L.R.
168 LELLO UNIVERSAL... novo dicionário encyclopédico luso brasileiro, organizado e publicado pela Liv. Lello sob a direção de João Grave e Coelho Netto... Pôrto, Liv.
Lello. 2 v.
S.Mss.
16 9 Pôrto, Liv. Lell0 I 19— ! 4 v. ilus.
S.R.
170 O MEIO, social, politico, litterario e artístico. Rio de Janeiro.
Anno I —, n. 1— , 17 ag. 1889.
Redatores: Paula Ney, Coelho Netto, Pardal Mallet.
A Biblioteca Nacional possue os n. 1, 4 e 13.
S.L.R.
171 A POLITICA; revista combativa illustrada. Rio de Janeiro.
Anno MI, n. 1-37; 24 abril 1918 — 10 ian. 1919.
Diretores: João Rodrigues (n. 1-6) e Coelho Neto (n. 7-37)
S.L.R.
BIBLIOGRAFIA
172 ABREU, Modesto de — "Quebranto". Revista do Teatro
S.B.A.T. Rio de Janeiro. Ano 36, n. 295, jan.-fev. 1957.
S.M.
173 — o teatro de Coelho Netto. Revista de Teatro. S.B.A.T.
Rio de Janeiro. Ano 36, n. 295, jan.-fev. 1957.
S.M.
174 ALBUQUERQUE, Mateus de — Coelho Neto. In: As bellas
attitudes. Rio de Janeiro, Ariel | 193— I p. 139-146.
B.N.
25
175 ARARIPE JÚNIOR, Tristão de — O movimento literário do
ano de 1893, p. 166-170. In: Obra crítica... v. 3. [Rio de
Janeiro] Casa de Rui Barbosa, 1963.
B.N.
176 ASSIS, Joaquim Maria Machado de — Dois juizos... sobre
Coelho Netto. Autores e Livros. Rio de Janeiro, v. 4,
n. 12, p. 181, 11 abril 1943.
S.L.R.
177 — A semana... Ed. coligida por Mario de Alencar. Rio
de Janeiro, Paris, Liv. Garnier [pref. 1910] p. 168, 242,
253, 420-422.
B.N.
178 AZEVEDO, Fernando de — Coelho Neto. In: Ensaios. São
Paulo, Melhoramentos, 1929. p. 175-192.
B.N.
179 BELO, José Maria — A obra de Coelho Netto. Autores e
Livros. Rio de Janeiro, v. 4, n. 12, p. 185, 11 abril 1943.
S.L.R.
180 BROCA, José Brito — Coelho Neto e Artur Azevedo. Revista
do Livro. Rio de Janeiro, n. 12, p. 193-194, dez. 1958.
S.R.
181 — Coelho Neto em Ouro Preto. Leitura. Rio de Janeiro. Ano
17, n. 17, p. 12-14, nov. 1958.
S.P.
182 Coelho Neto, romancista. In: O romance brasileiro,
coordenação de Aurélio Buarque de Holanda. Rio de
Janeiro, O Cruzeiro [1952] p. 223-243.
B.N.
183 No arquivo de Coelho Neto; a correspondência passiva do autor do "Sertão". Revista do Livro. Rio de Janeiro, n. 10, p. 55-83, jun. 1958.
S.R.
184 A vida literária no Brasil — 1900 [Rio de Janeiro] Ministério da Educação e Cultura [1956] 275 p. ilus. [Coleção Letras e artes]
B.N.
26
185 CAMPOS, Humberto de — Coelho Neto; O sr Coelho Neto e o seu estilo. In: Crítica. 1. série. Rio de Janeiro, Ed.
Marisa, 1933. p. 55-62; p. 210-221.
B.N.
186 — Fogo fátuo, de Coelho Neto. In: Crítica. 2. série. Rio de Janeiro, Marisa ed., 1933. p. 148-179.
B.N.
187 — A morte de Coelho Netto. Autores e Livros. Rio de Janeiro.
v. 4, n. 12, p. 182, 11 abril 1943.
S.L.R.
188 — A CIDADE; orgão defensor dos interesses coletivos. Caxias, Maranhão. Ano 1, n. 1, 21 fev. 1964.Número dedicado a Coelho Neto.
C.N.
189 COELHO NETTO, principe dos prosadores. O Malho. Rio
de Janeiro. Ano 17, n. 1336, 21 abril 1928, p. 23-30, 57.
S.P.
190 DANTAS, Paulo — Coelho Neto [São Paulo] Ed. Melhoramentos
[1952] 59 p. ilus. (Grandes vultos das letras, 4).
B.N.
191 DINIZ, Almáquio — Vesperal. Conversas. In : A relatividade
na crítica. Rio de Janeiro, Papelaria Venus [1923] p. 87-94.
B.N.
192 ERSE, Armando, pseud. de João Luso — Coelho Neto em três
esboços íntimos. In : Orações e palestras. Rio de Janeiro,
José Òlympio, 1941. p. 82-105.
B.N.
193 FARIA, Otávio de — Coelho Neto. Revista do Livro. Rio de
Janeiro, n. 3-4-, p. 75-81, dez. 1956.
S.R.
194 FIRMO, José — Coelho Neto. Leitura. Rio de Janeiro. Ano
16, n. 12, p. 8, jun. 1958.
S.P.
27
195 FONTOURA, João Neves da — Coelho Neto (discurso de
recepção na Academia Brasileira) In: Dois perfis [Rio
de Janeiro] Pongeti [1938] p. 43-130.
B.N.
196 — Estudo sobre Coelho Netto (Trecho do discurso de recepção
na Academia Brasileira) Autores e Livros. Rio de
Janeiro, v. 4, n. 12, p. 181, 11 abril 1943.
S.L.R.
197 GALVÃO, Francisco — Em palestra com os immortaes:
Coelho Netto. Revista da Semana. Rio de Janeiro. Ano
34, n. 37, 26 ag. 1933.
S.P.
198 GRIECO, Agripino — Evolução da prosa brasileira. 2. ed.
Rio de Janeiro, José Olympio, 1947. p. 81-83.
B.N.
199 LIMA, Alceu Amoroso — Coelho Neto. In: Primeiros estudos.
Rio de Janeiro, Agir, 1948. p. 47-49.
B.N.
200 — JUÍZO sobre Coelho Netto [por] Tristão de Ataide [pseud.]
Autores e Livros. Rio de Janeiro, v. 4, n. 12, p. 184, 11
abril 1943.
S.L.R.
201 MIGUEL-PEREIRA, Lúcia — Coelho Neto. In: Prosa de ficção,
de 1870 a 1920. 2. ed. rev. Rio de Janeiro, José Olympio,
1957, p. 260-269 (História da literatura brasieira, sob a
direção de Álvaro Lins, v. 12)
B.N.
202 MONITOR CODOENSE; orgcan dos interesses públicos.
Codó, Maranhão. Anno 5, n. 1, 2 jul. 1899.
Número dedicado a Coelho Neto. Exemplar em sêda vermelha.
C.N.
203 MONTELO, Josué — Caminho da fonte. Rio de Janeiro, Instituto
Nacional do Livro, 1959. p. 298-321.
B.N.
28
204 MORAIS, Péricles de — Coelho Neto e sua obra. Pôrto,
Lello, 1926. 272 p.
B.N.
205 NETO, Paulo Coelho, 1902 — Bibliografia de Coelho Neto.
Rio de Janeiro, Ed. Borsoi, 1956. 34 p. ilus.
S.R.
206 — Coelho Neto. Rio de Janeiro, Z. Valverde, 1942. 399 p.
[Biblioteca de grandes biografias]
B.N.
207 — Coelho Neto, biografia para a juventude. Ed. comemorativa
do centenário de nascimento de Coelho Neto. Rio
de Janeiro, Ed. Minerva, 1964. 130 p.
B.N.
208 — Imagem de uma vida, conferência realizada na Academia
Carioca de Letras a 20 de novembro de 1956. Rio
de Janeiro, Ed. Borsoi, 1957. 68 p. ilus.
B.N.
209 — Mosaico. Rio de Janeiro, Ed. Borsoi, 1962. p. 5-48.
C.N.
210 — A obra de Coelho Netto. Autoies e Livios. Rio de Janeiro.
v. 4, n. 12, p. 184-186, 11 abril 1943.
S . L . R .
211 NOTICIA sobre Coelho Netto. Autoies e Livios. Rio de Janeiro.
v. 4, n. 12, p. 177, 11 abril 1943.
S.L.R.
212 OFFICINA LITTER ARI A; orgão da aggremiação "Officina Litteraria".
Beiern. Anno 1, n. 3, 30 jul. 1899.
Numero especial dedicado a Coelho Neto.
213 QUAL é o principe dos prosadores brasileiros? O Malho
Rio de Janeiro. Ano 17, n. 1334, 7 abril 1928, p. 14-16.
S.P.
29
214 REVISTA DO FLUMINENSE F. C. Rio de Janeiro. 21 fev.
1964.
Número especial em homenagem ao Centenário de Coelho Neto.
C.N.
215 RIBEIRO, João — A Coelho Netto. Autores e Livros. Rio de
Janeiro, v. 4, n. 12, p. 182, 11 abril 1943.
S.L.R.
216 O SABIÁ; livros, patria e liberdade. Therezina. Anno 1,
n. 5, 28 jun. 1899.
Número dedicado a Coelho Neto. Exemplar em sêda.
C.N.
217 SOUSA, José Galante de — O teatro no Brasil, v. 2.
Rio de 
Janeiro, Instituto Nacional do Livro, 1960. p. 180-183.
S.R.
218 TAVARES, Adelmar — Ouvindo Coelho Netto. Autores e
Livros. Rio de Janeiro, v. 4, n. 12, p. 179, 11 abril 1943.
S.L.R.
219 VERÍSSIMO, José — Estudos de literatura brasileira. 1. série.
Rio de Janeiro, Garnier, 1901, p. 242-250.
B.N.
220 6. série. Rio de Janeiro, Garnier, 1907. p. 250-254.
B.N.
221 VITORINO, Eduardo — Coelho Netto. In: Actores e actrizes...
Rio de Janeiro, A Noite [1937] p. 198-202.
B.N.
CORRESPONDÊNCIA PASSIVA
222 NETO, Henrique Coelho, 1864-1934 — Corresoondência passiva.
.. Anais da Biblioteca Nacional, v. 78, 1958.
Rio de 
Janeiro, Divisão de Publicações, 1963.
B.N.
30
Casa da rua Coelho Netto, 79, onde residiu o escritor. Assinaladas, no andar térreo, as três janelas do gabinete de trabalho e uma das placas de bronze com o nome da rua.
DOCUMENTÁRIO
223 APARELHO de barbear que pertenceu a Coelho Neto.
C.N.
224 CANETA com que Coelho Neto habitualmente escrevia.
C.N.
225 CARTÃO de visitas de Coelho Neto.
C.N.
226 CARTÃO para correspondência com o monograma de Coelho
Neto.
C.N.
227 CARTEIRA de Coelho Neto como Sócio do Fluminense Football
Club.
C.N.
228 CARTEIRA de identidade de Coelho Neto, tirada em 27 de
maio 1913.
C.N.
229 CLICHÉ da casa da rua Coelho Neto, 79, esquina de Pinheiro Machado,
nde residiu o escritor durante 30 anos: 1905
1934.
C.N.
230 DIPLOMA de "Grand Officier de l'Ordre de la Couronne" da Bélgica concedido a Coelho Neto, em 8 out. 1918.
C.N.
231 EX-LIBRIS do Club Municipal comemorativo do centenário de Coelho Neto.
Des. de Alberto Lima.
C.N.
232 CONDECORAÇÃO de Grande Oficial da Ordem da Coroa da Bélgica, conferida a Coelho Netto pelo rei Alberto IC.
N.
233 ÓCULOS que pertenceram a Coelho Neto.
B.N.
31
234 POEMA a Coelho Neto, homenagem da Sociedade Particular "Charites".
S. Luiz do Maranhão, 13 de junho de 
1899. 1 p. em sêda verde. C.N.
235 SÊLO e carimbo do Departamento de Correios e Telégrafos, comemorativos do centenário de Coelho Neto.
C.N.
236 SINETE com o monograma de Coelho Neto.
C.N.
237 O VOTO de Coelho Neto para o Principe dos Prosadores Brasileiros. O Malho.
Rio de Janeiro. 21 abril 1928, p. 24.
S.P.
ILUSTRAÇÕES
238 ASPECTO parcial do Gabinete de Coelho Neto.
C.N.
239 COELHO NETO abrindo uma gaveta onde guardava autógrafos
O Malho. Rio de Janeiro. 21 abril 1928, p. 27
y S.P.
240 COELHO NETO, caricatura de Guevara. O Malho.
Rio de 
Janeiro. 17 mar. 1928, p. 11.
S.P.
241 COELHO NETO, diretor do Fluminense Foot-ball Club, no teatro Republica com um grupo de diretores, jogadores e oradores junto à taça oferecida pelo '"O Imparcial" ao
Fluminense. A politica.
Rio de Janeiro, n. 12, 12 jul. 
1918. S.L.R.
242 COELHO NETO discursando no enterro de Olavo Bilac. A politica.
Rio de Janeiro, n. 36, 3 jan. 1919.
y S.L.R.
243 COELHO NETO e o Dr. Oswaldo de Souza e Silva, redator chefe de "O Malho".
O Malho. Rio de Janeiro. 21 de 
abril 1928, p. 27. S.P.
32
244 COELHO NETO em seu gabinete, sentado, dando uma entrevista.
Revista da Semana. Rio de Janeiro. Ano 34, n. 37,
26 ag. 1933.
S.P.
245 COELHO NETO em sua biblioteca, de pé, encostado ao
piano. Revista da Semana. Rio de Janeiro. Ano 34,
n. 37, 26 ag. 1933.
S.P.
246 COELHO NETO na Câmara. A politica.
Rio de Janeiro. 
n. 2, 1 maio 1918, capa.
S.L.R.
247 COELHO NETO num grupo de artistas e jornalistas assistindo à leitura de uma peça feita pelo poeta Oscar Lopes à Cia. Dramatica Artur Azevedo no Teatro Nacional. In :
Broca, José Brito. A vida literrária no Brasil-1900 | Rio de Janeiro, Ministério da Educação e Cultura | 1956 | p. 96.
B.N.
248 COELHO NETO, por Alberto Lima. Revista da Semana.
Rio 
de Janeiro. Ano 34, n. 37, 26 ag. 1933.
S.P.
249 COELHO NETO, por Epstein. Leitura.
Rio de Janeiro, Ano 
16, n. 12, p. 8, jun. 1958.
S.P.
250 O PRINCIPE dos Prosadores Brasileiros visto pelos caricaturistas de "O Malho":
J. Carlos, Guevara, Fritz, Delpino, 
Alvarus, Audax e Edmir Pederneiras. O Malho.
Rio de 
Janeiro. 14 abril 1928, p. 30.
S.P.
251 COELHO NETO proferindo discurso em comemoração da fundação da cidade do Rio de Janeiro, em presença do prefeito Serzedelo Corrêa, Ministro de Portugal e outras
pessoas. Fon-Fon. Rio de Janeiro. Ano 4, n. 5, 29 jan. 1910.
S.P.
33
S H ^ P
252 COELHO NETO saudando Alcindo Guanabara em um almoço íntimo oferecido ao grande jornalista. Fon-íon.
Rio 
de Janeiro. Ano 3, n. 30, 24 jul. 1909.
S.P.
253 COELHO NETO saudando Rui Barbosa. A politica.
Rio de 
Janeiro, n. 17, 16 ag. 1918, capa.
S.L.R.
254 COELHO NETO sentado à sua mesa de trabalho. O Malho.
Rio de Janeiro. 21 abril 1928, p. 25.
S.P.
255 LEITO de morte de Coelho Neto.
C.N.
256 "A LITERATURA representada por Coelho Neto, a POLÍTICA por Medeiros e Albuquerque, A DIPLOMACIA por Tomaz Lopes e a MOCIDADE ACADÉMICA pelo Godoy". Fon-Fon.
Rio de Janeiro. Ano 3, n. 40, 2 out. 1909.
S.P.
257 RETRATOS de sua esposa Gaby e suas três filhas: Zita, Violeta e Dina. O Malho. Rio de Janeiro. 21 abril 1928,
p. 26.
S.P.

COMPOSTO E IMPRESSO
NAS OFICINAS DA
G R Á F I C A O L Í M P I C A E D I T Ô RA
LUIZ FRANCO
RIO DE JANEIRO - (BRASIL)"

_________________________________
Obs: Imagens de Coelho Neto e dados gerais:
Pesquisados na Internet e em arquivos ECGD.
______________________________________________


Brasil, 21 de fevereiro de 2014
Fundação Espaço Cultural Gonçalves Dias - ECGD
ARTFORUM Brasil XXI - MA

*
1º Núcleo do Museu de Arte de Caxias "Nancy Guimarães Costa"

*
Livraria e Cia. do Livro Azul
*
*Presidente: Comendador Francisco Félix Costa
*Vice presidente: Sr. José Lino Costa Félix
*

*Diretora do Depto de Assuntos Científicos:
Profa. Dra. Maria de Fátima Felix Rosar
*

Diretora do Depto de Cultura e Comunicação:
Profa. Ana Maria Costa Felix Garjan

----
Contato por e-mails:
mffrosar@uol.com.br
anafelixgarjan.artes2010@gmail.com
jlcfelix@gmail.com

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Espaço Cultural Gonçalves Dias: um elo com a cultura, arte e ciência.

A Livraria E Cia. do Livro Azul, o Espaço Cultural Gonçalves Dias e o ARTFORUM Brasil XXI - Núcleo do Maranhão divulgam notícias e projetos culturais, artísticos e científicos.

A Livraria e Cia do Livro Azul foram inspiradas em uma história cultural e literária, na cidade de Campinas:
http://pro-memoria-de-campinas-sp.blogspot.com.br/2007/06/curiosidades-casa-livro-azul.html






Na foto acima, a parede onde será instalada, em breve, a Galeria de Arte "Profa. Nancy Guimarães Costa".

Os diretores do Espaço Cultural Gonçalves Dias, familiares de Nancy Guimarães Costa, prestam justa homenagem às antigas Professoras Nancy Guimarães Costa e Anita Guimarães Costa. As irmãs Nancy e Anita eram filhas de Adriana Guimarães Costa e de Pedro Soares Costa - família tradicional de Caxias, a partir do início do século XX.

Nancy Guimarães Costa foi Profa. do Grupo Escolar Gonçalves Dias e funcionária do antigo SESI - MA/Núcleo de Caxias. Na condição de funcionária dessa importante instituição, na época, foi para o Rio de Janeiro cursar 'Artes Industriais', por um ano, no fim dos anos 50. Ela esteve por diversas vezes no Rio e em outras cidades, pesquisando sobre materiais artísticos e pedagógicos da época.

Ao retornar do Rio de Janeiro como professora de artes industriais e artes plásticas, o SESI - CX promoveu uma grande exposição de suas obras, nos estilos: peças de esculturas em cerâmica, tapeçaria, tecelagem em maderite, peças trabalhadas em couro, e outras. Ela coordenou diversos cursos no SESI-CX, que funcionava à Rua Aarão Reis, próximo da esquina do antigo Armazéns Caxias.

Nancy Guimarães Costa nasceu em 1924 e faleceu em 24 de setembro de 1960. Sua vida tão breve foi dedicada à educação primária e às artes. Bem jovem foi convidada pelo Padre Dourado 
para participar de peças de teatro de um grupo de moças da época, que se apresentavam em Caxias, Coroatá e Codó - cidades maranhenses.

Após sua chegada do Rio de Janeiro montou seu ateliê de artes e se dedicou à produção artística que ia da confecção de peças de cerâmica a confecção de acessórios de moda.  a primeira árvore natalina decorada com centenas de lâmpadas de natal, com a colaboração de seus alunos de arte. Essa primeira instalação pública de Caxias tornou-se uma grande atração para crianças, jovens e adultos caxienses. Pessoas mais idosas lembram dessa festa na praça, que estava cheia de pessoas e atrações natalinas. Podemos considerar que esse evento promovido pelo SESI, teria sido a '1ª Cantata Natalina de Caxias', em 1957.

Ela sempre contou com a colaboração de suas irmãs, professoras primárias do Grupo Escolar Gonçalves Dias: Anita Guimarães Costa e Dayse Guimarães Félix Costa (que foi professora e diretora do Grupo Escolar Gonçalves Dias, por mais de 25 anos).

Anita Guimarães Costa
Anita formou-se no Colégio das Irmãs Doroteias, em São Luís. Era dedicada à educação, aos estudos religiosos, à poesia e à literatura. Deixou em diversos cadernos manuscritos, seus poemas que expressavam sua profissão de fé, seu amor pela natureza e sua dedicação à formação cristã de jovens e adultos. Ela nasceu em 7 de abril de 1922 e faleceu em 13 de dezembro de 1958. Após seu falecimento seus cadernos de poesia ficaram sob a guarda de suas irmãs, entretanto com o passar do tempo, já não existem.

Os diretores do Espaço Cultural Gonçalves Dias
  
- ECGD
, familiares de Nancy Guimarães Costa, prestam justa homenagem
 ao seu trabalho em prol da educação, da cultura e das artes, através da Galeria de Arte "Nancy Guimarães Costa", onde estarão parte das obras que representam o 1º Núcleo do Projeto MAC - Museu de Arte de Caxias. 

Grande parte dessas obras estiveram expostas no 1º Salão de Artes Plásticas do IHGD - Instituto Histórico e Geográfico de Caxias, por ocasião das comemorações dos 10 anos dessa importante instituição caxiense, maranhense e brasileira, no período de 13 de dezembro de 2013 a 31/01/2014. O presidente Desembargador Arthur Almada Lima Filho convidou a pesquisadora em arte e literatura, poeta e artista plástica, Ana Maria Costa Félix Garjan, sobrinha das professoras acima citadas, para ser curadora oficial do 'I Salão de Artes Plásticas do IHGC 10' anos, em Caxias - MA.

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Recordando 2013...
Os eventos promovidos pelo Espaço Cultural Gonçalves Dias, no segundo semestre de 2013 nos sinalizou a importância dos nossos objetivos, entre eles:

- Estabelecer, promover e organizar diálogos e encontros culturais com grupos, poetas, escritores, artistas plásticos, músicos, cantores, corais, produtores culturais, universidades, instituições, centros de pesquisa multicultural e científica.

- Organizar encontros educativos e artísticos nas áreas da literatura, da música, do cinema, do teatro e de outras linguagens, reunindo poetas, escritores, artistas plásticos, pesquisadores, professores e estudantes de diversos cursos acadêmicos.






O tempo conta, o tempo encanta...

Relembramos a noite de homenagem ao poeta Salgado Maranhão, em 09 de outubro de 2013, quando os diretores e convidados do Espaço Cultural Gonçalves Dias - ECGD, da Livraria E Cia do Livro Azul e do ARTFORUM Brasil XXI -Núcleo do Maranhão, se reuniram para um encontro especial de amigos, representantes de instituições, academias, organizações culturais e universitárias de Caxias, Teresina e São Luís.




Nas fotos, o poeta homenageado Salgado Maranhão, homenageado por representantes de instituições históricas, culturais, acadêmicas e universitárias, no Espaço Cultural Gonçalves Dias.

Matéria sobre Salgado Maranhão nessa festa, na Revista Planetária - Artforum Internacional:
http://revistaartforumcultural.blogspot.com.br/2014/01/um-rio-salgado-trajetoria-de-salgado.html

Tambores


Sou da terra

dos tambores que falam.
E guardo no corpo a memória
que acorda o silêncio.

eu vi a lua descer

para assistir minha mãe
dançar:

a camponesa que amava

latim.

eu vi a mão preta açoitar

o tambor; eu ouvi
roncar a madeira sagrada:

o rito da voz ancestral

antes do cogito e da parabólica.

[Salgado Maranhão, A Cor da Palavra, p. 27]


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Fundação Cultural Gonçalves Dias
Departto de Divulgação e Relações Públicas
Ana Felix Garjan

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Espaço Cultural Gonçalves Dias - Programação de Eventos em 2014

LIVRARIA E CIA. DO LIVRO AZUL
ESPAÇO CULTURAL GONÇALVES DIAS - ECGD
Núcleo ARTFORUM Brasil XXI do Maranhão

Galeria de Arte Nancy Guimarães Costa
Estante Literária Anita Guimarães Costa









Referências e Foco: A partir de dados históricos, culturais e científicos pretendemos continuar a ler e interpretar o mundo, preservar a memória cultural, social e artística, desenvolver projetos culturais e científicos, dialogar com universidades, academias, organizações, grupo e pessoas.

Por que Azul é nossa Cor?
Azul é cor do céu, do mar, é a cor do infinito que ninguém sabe onde vai dar.
Azul  porque é a cor da conexão entre as estrelas, o sol e o planeta Terra.
Nem branco, nem vermelho ou verde, mas azul será a cor do desejo de saber, de crescer e de aprender a cuidar dos seres vivos, que embelezam a Terra em todos os continentes.

Atravessar lagos, rios, oceanos, mares em todas as direções, aprendendo a ajustar velas e rotas de navegação para conhecer, aprender e compartilhar conhecimento sem fronteiras, de modo a reinventar as práticas educativas e de humanização de homens e mulheres de todas as etnias.


MESMO QUE EU FALE DE SOL
Mesmo que eu fale de sol e de montanhas,
mesmo que cante os ínfimos espaços
com as grandes verdades,
todo poema
é sobre aquele
que sobre ele escreve.
[Trecho do poema Psicanálise da Escrita,
Ana Luísa Amaral, Lisboa]

ATEMPORAL
No fim da linha
o que sobra é a poesia:
construção sobre reínas
plasmada em palavras
e silêncios.
[Trecho do poema Atemporal,
Salgado Maranhão]


ESPAÇO CULTURAL GONÇALVES DIAS - ECGD
PLANO BÁSICO DE EVENTOS 2014



1- Objetivos Gerais

- Estabelecer diálogos com pessoas, grupos, instituições, universidades, setores culturais, educativos e científicos;
-Organizar encontros científicos, culturais, educativos e artísticos, nas áreas da literatura, poesia, música, cinema, teatro, de outras linguagens, envolvendo poetas, escritores, artistas plásticos, pesquisadores, professores e estudantes de diversos níveis e de diversas áreas de ensino superior;
- Promover encontro com pessoas e grupos interessados na realização de agenda de trabalho, incluindo fóruns de debate, projetos, pesquisas e seminários.

2- Justificativa

Na cidade de Caxias funcionam escolas de educação infantil, ensino fundamental e médio, além de quatro instituições de ensino superior, com cursos presenciais e com sistema EAD. Também existem na cidade instituições culturais e científicas de grande relevância, como o Instituto Histórico e Geográfico, a Academia Caxiense de Letras, a Academia Sertaneja de Letras, o Memorial da Balaiada e o Espaço Cultural Gonçalves Dias.

Pode-se afirmar que existe um grande percentual de professores e estudantes de todos os níveis, que têm condições de transformar essa cidade, numa cidade educativa, em que prevaleça, de modo destacado, o interesse pela ciência e pela cultura, para que as novas gerações possam ter a condição de construir o futuro no presente, referenciadas em valores fundamentais de uma sociedade ética e justa, cuja fundação precisa acontecer a cada dia, em cada ato praticado pelos caxienses, em suas áreas de atuação individual e social.

Na realidade, sabe-se que existem processos sociais de amplo alcance, produzindo situações desfavoráveis para o crescimento da infância e da juventude, em todos os municípios do Brasil, onde se estabeleceram formas de marginalização que produzem os quadros de precariedade social e de violência.

Os poderes públicos, em grande medida, ao longo de muitas décadas, deixaram de cuidar dos cidadãos e cidadãs, com o zelo que merecem todos os seres humanos para que se possa alcançar um desenvolvimento integral e integrado, mediante práticas de sociabilidade saudável e responsável. Assim, reverter os indicadores sociais que mostram a omissão das instâncias públicas é uma competência do Estado, enquanto espaço de gestão da Res Publica (coisa pública), portanto é, preferencialmente, sua ação que pode minimizar as situações mais graves que atingem as classes sociais empobrecidas.

Mas, por outro lado, é no espaço da convivência social entre todos os cidadãos do mundo e não seria diferente na cidade de Caxias, que podem ser construídas novas referências para a infância e juventude, com a prática solidária das gerações mais experientes, de realização de trocas de saberes, de produção de conhecimento mediante diálogos intergeracionais e de socialização de conhecimentos compartilhados em todos os níveis das relações que se estabelecem entre os sujeitos em suas vivências diárias na família, na escola, nas ruas e praças da cidade, que precisam resgatar a sua condição original, como espaço de circulação urbana, em condições de higiene e estética urbana mais adequadas e harmoniosa.

A ciência e a cultura são produções humanas que não podem ser aprisionadas em espaços restritos e convencionais. O conhecimento científico e a arte, em todas as suas formas de manifestação, constituem um Patrimônio da Humanidade, por isso mesmo esse patrimônio precisa ser democratizado e ressignificado como um legado que constitui o alicerce para uma sociedade mais justa, humanizada e solidária em todos os sentidos.

Com essa perspectiva de atuação que pretende priorizar o compartilhamento de práticas científicas, culturais e artísticas, o Espaço Cultural Gonçalves Dias, inaugurado em 09 de agosto de 2013, seguirá realizando suas atividades, concebidas e planejadas pela sua Diretoria e realizadas com a participação de um conjunto de amigos do ECGD, que têm se interessado em fortalecer essa proposta de produção cultural coletiva.

A partir de um planejamento simples, porém exitoso, fizemos realizar de agosto a novembro de 2013, quatro importantes eventos:
a) A inauguração, com programação comemorativa dedicada aos 190 anos de Gonçalves Dias;
b) A homenagem prestada ao ilustre poeta e escritor Salgado Maranhão, em 09 de outubro, com a presença oficial das organizações culturais de Caxias, amigos e convidados.
Seminários Temáticos:
c) Educação e Marxismo, d) Psicanálise e Cinema, com palestras proferidas pela Profa. Dra. Maria de Fatima Felix Rosar e pelo Prof. Dr. Francisco Frazão, médico, psiquiatra e psicanalista, respectivamente, tendo como interlocutores de um grupo numeroso de estudantes e professores interessados em conhecer outras abordagens do pensamento educacional e do pensamento psicanalítico, que trazem em seu bojo um viés histórico e crítico.

Para a realização desses eventos forma estabelecidos diálogos que produziram apoios fundamentais do CESC/UEMA, da Academia Caxiense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico de Caxias, além do apoio fraterno de mais de uma centena de amigos da Família Guimarães Felix Costa, que se associaram  a essas iniciativas, prestigiando e valorizando, com suas presenças nos eventos do Espaço Cultural Gonçalves Dias.

Para o Ano de 2014, estão previstas algumas atividades socialmente relevantes, que serão divulgadas a seu tempo, com mais detalhes. Foi elaborado, como roteiro de trabalho da Diretoria do ECGD, um Plano Básico de Eventos, cujo cronograma está definido na sequência.

3- Cronograma de eventos do Espaço Cultural Gonçalves Dias

MÊS
EVENTOS PREVISTOS
Janeiro
- Diálogos com professores, amigos, poetas, artistas, colaboradores e jornalistas, para definir propostas da programação de 2014.
*
- Divulgação em TV e aos amigos, sobre a obra do poeta, escritor e jornalista caxiense Fábio Kerouac, que mora em Hamburgo e enviou para o Espaço Cultural o seu CD – 'Sob o Sol'. Ele já enviou, e em breve chegarão exemplares do seu livro lançado na Alemanha, às prateleiras da Livraria e Cia do Livro Azul.
Suas obras serão vendidas aos caxienses para que conheçam seus últimos trabalhos musicais e poéticos.

Fevereiro
-Instalação da Galeria "Nancy Guimarães Costa", sob a direção e curadoria da Diretora do Espaço Cultural Gonçalves Dias, pesquisadora em arte e literatura, poeta e artista plástica, Ana Maria Felix Garjan, que idealizou e coordenou as duas primeiras bienais de arte do Maranhão, 1999 e em 2000, na cidade de São Luís - cidade tombada como patrimônio cultural da humanidade, pela UNESCO, em 7 de dezembro de 1977. Ana Maria Costa Felix Garjan participou de uma parte desse importante projeto do governo, através de um conjunto de fotografias de São Luís que fizeram parte do conjunto de imagens para o marketing cultural apresentado à Unesco, em Paris, pelo gabinete do governo, no segundo semestre de 1997.

A maioria das obras de arte estiveram no I Salão de Artes Plásticas do IHGC 10 anos, no período de 13 de dezembro de 2013 a 31 de janeiro de 2014, por especial convite do Presidente do Instituto Histórico e Geográfico - IHGC, o ilustre caxiense Desembargador Artur Almada Lima Filho

As obras que participaram desse salão, e outras pertencem ao acervo de arte do Grupo ARTFORUM Brasil XXI e do Espaço Cultural Gonçalves Dias - ECGD, e essas obras fazem parte do Projeto "Futuro MAC" - Museu de Arte de Caxias, cuja idealizadora e organizadora Ana Maria Felix Garjan teve oportunidade de divulgar sua proposta no IHGC, por ocasião do seu discurso de posse como Sócia Efetiva do Instituto Histórico e Geográfico de Caxias, em 13 de dezembro de 2013.
*
-Palestra sobre Educação Infantil proferida pela Profa. Fatima Felix na UIM Edson Lobão
*
-Preparação de listagem de acervo disponibilizado para pesquisa no ECGD, para divulgação nas escolas de ensino fundamental e médio e nas Instituições de Ensino Superior.

Março
- Campanhas, divulgação de textos, de fotos e pinturas de mulheres, em homenagem ao 'Mês Internacional da Mulher', instituído pelo ARTFORUM Brasil/Internacional e pelo ECGD - Espaço Cultural Gonçalves Dias.
*
-Divulgação do acervo do ECGD nas escolas e cursos universitários da cidade de Caxias e em cidades vizinhas.
*
- Encontro com o Grupo de Estudos e Pesquisa coordenado pela Profa. Márcia Santos para elaboração do Plano da Campanha – Embeleze a Princesa do Sertão, com o apoio cultural e artístico e cultural do ARTFORUM Brasil XXI - Núcleo do Maranhão e o Espaço Cultural Gonçalves Dias - ECGD.
*
- Estão previstas desde sua inauguração em agosto de 2013, exposição de arte de artistas plásticos caxienses, maranhenses e de outros estados, assim como coletivas, salões temáticos e bienais de arte de artistas que quiserem participar por adesão e outros, a convite da curadora.
*
- Início da organização da 1ª Antologia Poética e Literária de Mulheres Caxienses e Maranhenses, a ser publicada entre 2014 e 2015

Abril
- Apoio do ECGD ao evento organizado pelo GEP: Palestra sobre Psicanálise e Música – Dr. Francisco Frazão.
*
- Palestra promovida pelo ECGD - Espaço Cultural Gonçalves Dias, com o apoio do GEP, para professores do ensino fundamental, sobre a questão da Transferência na Sala de Aula, com Dr. Francisco Frazão.

Maio
-Programação especial em Homenagem à Presença Feminina na História da Civilização Ocidental, com Campanhas nas escolas e Palestra com a Profa. Dra. Maria José Cardoso, Doutora em História Social pela UFRJ.

Junho
-Programação especial de lançamento do  livro Mapa da Tribo, do poeta maranhense Salgado Maranhão.

Julho
-Prática da Feira de Troca-Troca de Livros entre estudantes do Curso de Pedagogia, como experiência cultural de diálogos intergeracionais de troca de referências e de saberes.

- Exposições de livros de poesia, literatura, históricos e científicos, para iniciar o novo projeto 'Feira de Livros e Arte do ECGD'

Agosto
-Coletiva e Expô de Artes Plásticas, Sarau Poético, Literário e Artístico Comemorativo ao Primeiro Ano do Espaço Cultural G.Dias - ECGD.

Setembro a Novembro
-Promoção de Campanha Embeleze a Princesa do Sertão, para a recepção que a cidade de Caxias fará aos participantes do X Seminário de Dezembro e XII Jornada Nacional do Grupo de Estudos e Pesquisas História, Sociedade e Educação no Brasil (HISTEDBR), a ser realizado nos dias 2, 3 e 4 de dezembro, no Centro de Estudos Superiores de Educação de Caxias/ UEMA, do qual participará, integrando a Coordenação do Evento, a Diretora Científica do ECGD – Profa. Dra. Maria de Fatima Felix Rosar.

Dezembro
-X Seminário de Dezembro e XII Jornada Nacional do Grupo de Estudos e Pesquisas História, Sociedade e Educação no Brasil, a ser realizado nos dias 2, 3 e 4 de dezembro, no Centro de Estudos Superiores de Educação de Caxias/ UEMA.
*
-Lançamento de Livro de Crônicas de Maria Aparecida Dellinghausen Motta, pela Editora Autores Associados, que estará na cidade de Caxias, juntamente com o Prof. Dr. Dermeval Saviani, Coordenador Geral do HISTEDBR.
*
- Cantata Natalina 2014, em 19/12/2014


4- Recursos Humanos e Financeiros

O Espaço Cultural Gonçalves Dias conta com recursos próprios e com o apoio da Livraria e Cia. Do Livro Azul, que é empresa da Família Guimarães Felix Costa, dirigida pelo empresário e Diretor Administrativo do ECGD, Sr. José Lino Costa Felix.

A Direção Geral do Espaço Cultural Gonçalves Dias conta com participação do Sr. Francisco Felix Costa, que é o Presidente do Espaço e Consultor  Especial da Diretoria.

A Direção Científica do Espaço Cultural Gonçalves Dias conta com a participação e consultoria da Profa. Dra. Maria de Fátima Felix Rosar.

A Direção Cultural conta com a participação da pesquisadora em arte e literatura, artista plástica, poeta e diretora do Grupo ARTFORUM Brasil XXI, Ana Maria Felix Garjan.

O ECGD e a Livraria E Cia. do Livro Azul contam com uma equipe básica de trabalho, da qual participam Mércia, Thais e Raimundo. Essa equipe é ampliada por ocasião do evento, quando são contratados, temporariamente, outros profissionais, além de participarem alguns amigos voluntários que dão apoio na organização das instalações, preparação e divulgação da programação do ECGD. Temos recebido apoio especial de amigos, como a Erlinda Bittencourt, Terezinha Varão Rocha, Ana Lúcia Gonçalves, Jorge Eugênio Gonçalves, Marilene Moraes e os demais amigos que constituem as famílias da Rua Coelho Neto, que aderiram e abraçaram nossa organização e as propostas do ECGD, e têm nos incentivado a dar continuidade a esse projeto social e cultural.

Votos de Feliz Ano Novo de 2014 a todos, e à nossa humanidade brasileira!

Brasil, 01 de fevereiro de 2014


Diretoria do ECGD
Departamento de Cultura e Comunicação
Ana Felix Garjan
anafelixgarjan.artes2010@gmail.com
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terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Um Rio Salgado: a trajetória de Salgado Maranhão - mostra inaugurada em São Luís - MA.

Salgado Maranhão: Um rio salgado que encanta a poesia



O Grupo ARTFORUM Brasil XXI - 13 anos e o Espaço Cultural Gonçalves Dias - MA, parabenizam o querido poeta Salgado Maranhão, que está sendo homenageado em São Luís. Ele possui importante trajetória poética e literária no Brasil e em outros países!

Evento em sua homenagem hoje a noite, a partir das 20 horas, em São Luís
Foi inaugurada hoje, 21 de janeiro de 2014, a mostra: "Um Rio Salgado: a trajetória poética de Salgado Maranhão"O evento foi aberto às 20 horas, no Centro de Criatividade Odylo Costa, filho, no Centro Histórico de São Luís - Cidade Patrimônio Cultural da Humanidade tombada pela UNESCO em 6 de dezembro de 1997. A exposição é composta de painéis de fotos do poeta, poemas e imagens que registram sua trajetória de vida e de sua obra poética.
Nesta noite cultural e artística em São Luís foi realizado um show de inauguração com os cantores e músicos maranhenses Chico Maranhão, César Teixeira e Josias Sobrinho. Na solenidade da abertura haverá a presença da atriz Zezé Mota, que fará leitura de alguns dos seus poemas que encantam o público brasileiro e de outros países.


Novo livro do poeta Salgado Maranhão
Foi lançado em dezembro de 2012, no Rio de Janeiro e em Teresina - Piauí, o mais recente livro do poeta, intitulado O MAPA DA TRIBO. Ele retorno à sua cidade de coração, Teresina - Piauí, onde passou anos de sua adolescência, antes de ir morar no Rio de Janeiro, onde escolheu residir, estudar, trabalhar e realizar seus sonhos de vida. No Rio de Janeiro e em diversas cidades o poeta possui inúmeros amigos e admiradores de seus livros e de suas letras musicais. O poeta Salgado Maranhão foi homenageado na Feira do Livro de São Luís, em setembro de 2013, entre outros importantes poetas maranhenses.

Homenagem ao poeta Salgado Maranhão em Caxias

Em sua terra natal, ele foi homenageado pelo presidente e diretores do ESPAÇO CULTURAL GONÇALVES DIAS - ECGD, em 09/10/2013, com a presença do presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Caxias, o Desembargador Arthur Almada Lima Filho, do presidente da ACL-Academia Caxiense de Letras, o poeta Ybson Carvalho, bem como de representantes de outras organizações culturais, universidades, de seus familiares e amigos de Teresina, São Luís e de outras cidades maranhenses.
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Brasil, 21/01/2014




Espaço Cultural Gonçalves Dias 
Coordenação de Divulgação:
Ana Maria Felix Garjan

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Feliz tempo natalino!


Imagem do Menino Jesus que representa o "Renascimento da Humanidade".

O SIGNIFICADO DO NATAL

Manoel de Andrade

"Nestes dias que precedem o Natal, ocorre-me pensar nas tantas portas que se fecham para o seu real significado, mascarado por estranhas personagens natalinas e maculado por poderosos interesses mercadológicos. Ocorre-me também pensar que se o Cristianismo fosse verdadeiramente interpretado não haveria tantos sectarismos e o simbolismo da manjedoura de Belém seria fraternalmente reverenciado no mundo inteiro, além da barreira das religiões.

Jesus não fundou nenhuma igreja, nem dogmatizou nenhuma religião. Trouxe-nos a imagem de Deus como um pai, mostrou a importância da religiosidade e nos revelou o significado incondicional do amor. Não escreveu nada, mas deixou, na memória de seus discípulos, a sabedoria de suas parábolas e, no Sermão da Montanha, toda a essência do cristianismo, falando do amor aos inimigos, do perdão das ofensas e da importância de dar a outra face como um caminho aberto para a reconciliação. Resumindo, quis dizer-nos que ser cristão é saber transformar o orgulho em humildade e o egoísmo em amor.

A ênfase de sua filosofia propunha a redenção humana pela educação e não pelo constrangimento. Embora abominasse o pecado, Ele amava o pecador e acreditava que educar é despertar o senso da justiça, do amor e da beleza moral que existe, potencialmente, em cada ser humano. Nesse sentido, entre tantos factos de sua vida pública, exemplificou sua tolerância e sua caridade diante da mulher adúltera e do bom ladrão, no alto do Calvário.

Passados vinte séculos hoje perguntamos qual o significado do seu nascimento para cada um de nós. Sobretudo perguntamos quantos já leram e estudaram o seu Evangelho. Nesse singelo banco escolar que é o planeta, -- onde ainda somos espiritualmente crianças -- seu conteúdo é uma cartilha insubstituível para soletrarmos o beabá do amor, da paciência e do perdão. Diante das sabatinas diárias da vida é imprescindível aprendermos o que significa “orar e vigiar” e não fazer a ninguém o que não queremos que nos façam. Quantos são capazes de vivenciar suas lições e seus exemplos, ante as provas e os embates do dia a dia, oferecendo a outra face ante o agressor e perdoando sempre? Se já começamos a ensaiar essa difícil conduta então Jesus já nasceu para nós e temos um Natal para comemorar. Mas muitos ainda trazemos o coração fechado a essa realidade, tais como as estalagens de Belém, cujas portas se fecharam ao seu nascimento.

Se perguntássemos a Paulo de Tarso onde nasceu Jesus, ele certamente diria que foi diante das Portas de Damasco, onde chegou para aprisionar alguns cristãos da cidade. Se perguntássemos a Maria Madalena onde Ele nasceu, com certeza, responderia que Jesus nasceu para ela na casa de Simão, o fariseu. Foi ali que depois de lavar e enxugar seus pés ela ouviu sua voz compassiva perdoando-lhe os pecados.

Onde predomina o orgulho e o egoísmo --- essas patologias crônicas da alma humana --- Ele não poderá renascer, ainda que invocado em rituais e ladainhas. É imprescindível que façamos do coração uma manjedoura humilde para que Jesus possa renascer em nossas vidas. Caso contrário, além da beleza sentimental da fraternidade e o significado envolvente do Natal no seio da família, temos apenas uma data histórica para comemorar, com muitos presentes, a figura patética de um Papai Noel, um banquete de sabores e aparências e o apego às ilusões do mundo."

Manoel de Andrade, poeta brasileiro
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Para nós, o Tempo Natalino continua até o dia 30 de dezembro!



Feliz Tempo Natalino para os amigos, colaboradores e parceiros culturais!

Brasil, 27 de dezembro de 2013

Diretores do ECGD
ESPAÇO CULTURAL GONÇALVES DIAS

Link do Blog da Família Guimarães Felix Costa

http://familiaguimaraesfelixcosta-homenagens.blogspot.com.br/2013/12/abencoado-tempo-de-natal-2013-feliz-ano.html

Coleção "Olhares do Mundo", de Ana Maria Costa Felix Garjan
http://anafelixgarjanartes2.wix.com/ouverture